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6月26日

Avivamento II

Eu me coloco em chamas, e o povo vem para me ver queimar" - John Wesley (respondendo à pergunta de como ele atraía as multidões)

"Eu considero todo o mundo como a minha paróquia; em qualquer parte que eu esteja, eu considero que é certo, correto e o meu sagrado dever declarar a todos que estejam dispostos a ouvir, as boas novas da salvação." - John Wesley

"Dai-me cem homens que nada temam senão o pecado, e que nada desejam senão a Deus, e eu abalarei o mundo." - John Wesley

(Citações do livro "On Earth as it is in Heaven" por Stephen L Hill)

O Grande Reavivamento dos anos 1739 - 91 é frequentemente chamado de Reavivamento Wesleyano. É que, embora Deus tivesse usado grandemente George Whitefield, os dois irmãos Wesley e dúzias de pregadores leigos para acender o fogo de reavivamento, John Wesley pregou em mais lugares, a mais pessoas e durante um maior número de anos do que os outros. Ele também fez mais para conservar o fruto do reavivamento. John Wesley foi claremente o líder escolhido por Deus para este impressionante despertamento espirtual. - Wesley Duewel, O Fogo de Reavivamento

John Wesley nasceu no dia 17 de junho de 1703, em Epworth, Lincolnshire, Inglaterra. Com dezessete anos ele começou estudar teologia na faculdade de Oxford, e rebeceu sua diploma de bacharel em 1724 e seu doutorado em 1727. Ele foi ordando ministro da igreja Anglicana (Igreja da Inglaterra) em 1724. John continuou na faculdade de Oxford, onde ele era membro do Conselho da Faculdade Lincoln e professor de grego.

Em 1729 Charles Wesley, o irmão de John, e mais dois estudantes começaram um pequeno grupo que se reuniava para oração, estudo bíblico e encorajamento mútuo. John logo tornou-se o líder do grupo, que era chamado o "Clube Santo". Eles usavam um sistema metódico de auto-exame e auto-disciplina, e por este motivo foram chamados de 'metodistas' por alguns. O grupo nunca cresceu muito, variando entre 10 e 15 membros, com um máximo de 25. Um outro jovem chamado George Whitfield juntou-se ao grupo depois de alguns anos, tornando-se um grande amigo de John Wesley.

Em outubro de 1735 John e Charles Wesley viajavam para América como missionários, porém depois de um pouco mais que dois anos, John voltou a Inglaterra, em fevereiro de 1738, preocupado com sua própria salvação. "Fui para a América converter os índios", ele lamentou, "mas, oh, quem vai me converter?". Poucos meses depois, no dia 24 de maio, John teve uma experiência na qual ele obteve a certeza da sua salvação pelá fé. Poucos anos depois, John e outros membros do Clube Santo tiveram uma experiência poderosa de enchimento com o poder do Espírito Santo:

No dia do Ano Novo, 1739, John e Charles Wesley, George Whitefield e mais quatro membros do Clube Santo fizeram uma festa de amor [santa ceia] em Londres. 'Cerca de três da manhã, enquanto estávamos orando, o poder de Deus caiu tremendamente sobre nós, a tal ponto que muitos gritaram de alegria e outros caíram ao chão (vencidos pelo poder de Deus). Tão logo nos recobramos um pouco dessa reverência e surpresa na presença da Sua majestade, começamos a cantar a uma voz: "Nós te louvamos, ó Deus; Te reconhecemos como Senhor"'. Este evento foi chamado de Pentecoste Metodista. - Wesley Duewel, O Fogo de Reavivamento

Apartir deste dia, um grande avivamento começou. Dentro de um mês e meio, George Whitfield estava pregando para multidões de milhares, com John Wesley fazendo o mesmo dentro de três meses. Com apenas 22 anos de idade, Whitefield começou a pregar ao ar livre:

As multidões aumentavam diariamente até chegar a vinte mil ouvintes. Os mais ricos ficavam sentados em seus coches e outros em seus cavalos. Alguns sentavam nas árvores e em toda parte o povo se reunia para ouvir Whitefield pregar. Todos eram às vezes levados a chorar, conforme o Espírito de Deus descia sobre eles.
Whitefield continuava insistindo com Wesley para ir a Bristol e ajudá-lo. Em abril, Wesley ficou ao lado de Whitefield em Kingswood, ainda questionando se era adequado falar fora do prédio da igreja. Naquela noite Whitefield pregou sobre o Sermão do Monte. De repente compreendeu que Jesus também pregara ao ar livre. Whitefield voltou a Londres e no dia seguinte Wesley pregou então a três mil ao ar livre em Kingswood. Ele permaneceu em Bristo durante dois meses, mais ocupado do que nunca. Seus cultos das 7 horas da manhã de domingo geralmente tinham de cinco mil a seis mil ouvintes.
Alí, para supresa de Wesley, ele começou a observar o Espírito Santo convencendo poderosamente as pessoas de seus pecados enquanto pregava. Indivíduos bem vestidos, amdurecidos, repetinamente gritavam como se estivessem em agonia. Tanto homens como mulheres, dentro e fora dos prédios das igrejas, tremiam e caíam no chão, Quando Wesley interrompeu seu sermão e orava em favor deles, logo encontravam paz e rejubilavam-se em Cristo.
Um quacre [membro de uma seita evangélica], grandemente aborrecido com os gemidos e gritos das pessoas que eram convencidas de seus pecados, foi repentinamente atirado ao chão em profunda agonia por seus próprios pecados. Depois de Wesley ter orado, o quacre exclamou: "Agora sei que és um profeta do Senhor". Cenas similares ocorream em Londres e Newcastle. Wesley não encorajava essas reações emocionais e declarou que poderia haver casos de fingimento. Ele falava sempre em voz calma e controlada, sem mostrar emoção. Mas reconheceu também que o poder de Deus estava operando, convencendo e transformando pessoa após pessoa.

Wesley Duewel, O Fogo de Reavivamento

Whitefield continuo pregando a milhares, na Inglaterra e nos Estados Unidos, até sua morte, aos 56 anos, em 1770. Ele e o John Wesley tiveram uma diferença de teologia, com o Whitefield se tornando calvanista e associando-se à igreja Presbiteriana, porém os dois permaneceram grandes amigos. Sabendo das suas diferenças doutrinárias, alguem perguntou a Whitefield se ele achava que iria ver o John Wesley no céu. "Temo que não", ele respondeu, "ele estará tão perto do trono eterno, e nos tão distantes, que quase não veremos ele".

O ministério de evangelismo do Wesley continuou a crescer, e ele começou a criar "sociedades de avivamento" nos lugares onde ele ministrava. Este grupos pequenos se reuniavam para oração, encorajamento e estudo bíblico. No início Wesley encorajava os grupos a permanecer na Igreja na Inglaterra, mas diferenças com a igreja a respeita a seu estilo de pregação ao ar livre, sua mensagem de salvação pela fé, e sua utilização de leigos como pregadores e líderes das sociedades, levou à sua saída da igreja Anglicana, e o estabelecimento da igreja Metodista.

John Wesley viajou extensivamento, na Inglaterra e na Ámerica, e o fogo de avivamento se espalhou rapidamente. Em agosto de 1770 havia 29.406 membros, 121 pregadores e 50 zonas na Inglaterra e 4 pregadores e 100 capelas nos Estados Unidos. Quando Wesley morreu, no dia 2 de março de 1791, havia mais de 120.000 metodistas nas suas sociedades.



A maior necessidade de nossos dias é poder do alto." - Charles Finney

"O milagre do avivamento é bem semelhante ao de uma colheita de trigo. Ele desce do céu quando crentes heróicos entram na batalha decididos a vencer ou morrer -- e, se for necessário, vencer e morrer. 'O reino dos céus é tomado por esforço, e os que se esforçam se apoderam dele.'" - Charles Finney

(Citações do livro "Por que tarda o pleno avivamento" por Leonard Ravenhill)

Charles Grandison Finney nasceu no dia 29 de agosto de 1792, um ano após o falecimento do John Wesley, na cidade de Warren, no estado de Connecticut, EUA. A sua familia não era religosa, e o jovem Finney foi criado sem nenhuma formação cristã. Aos 26 anos ele começou a trabalhar num escritório de advogacia na cidade de Adams, e frequentou uma igreja, apesar de achar que as orações daqueles crentes não estavam sendo respondidas.

No dia 10 de outubro de 1821, enquanto ele orava sozinho num matagal, Finney experimentou uma poderosa conversão. Mais tarde no mesmo dia, ele foi batizado no Espírito Santo, numa experiência que ele relatou na sua autobiografia:

Mas assim que me virei para me sentar perto do fogo, um poderoso batismo do Espírito Santo caiu sobre mim inesperadamente. Nada esperava, tudo desconhecia daquilo que se estaria passando comigo. Nunca havia sequer imaginado que tal coisa existisse para mim, nunca me recordo de alguma vez haver ouvido uma pequena coisa sobre tal coisa. Foi de todo uma coisa absolutamente inesperada. O Espírito Santo desceu sobre mim de maneira que mais me parecia trespassar-me e atravessar-me de todos os lados, tanto física como espiritualmente. Mais me parecia uma corrente electrificada de ondas de amor. Passavam em e por mim, atravessando-me todo. Mais me pareciam ondas e ondas de amor em forma líquida, uma torrente de vida e amor, pois não acho outra maneira de descrever tudo aquilo que se passou comigo. Parecia-me o próprio sopro de vida vindo de Deus. Lembro-me distintamente que me parecia que esse amor soprava sobre mim, como com grandes asas.
Não existem palavras que possam sequer descrever com a preciosidade e com a quantidade de amor que fora derramado em meu coração. Eu chorava de alegria profunda, urrava de amor e alegria! O meu coração muito dificilmente teria como se poder expressar de outra forma. Aquelas ondas sem fim passavam por mim, em mim, através de todo o meu ser. Recordo-me apenas de exclamar em alta voz que pereceria de amor se aquilo continuasse assim por muito mais tempo. Mas mesmo que morresse, não tinha qualquer receio de qualquer morte em mim presente. Quanto tempo permaneci neste estado de coisas, não sei precisar. Mas sei que muito tarde um membro do coro da igreja entrou nos escritórios para me encontrar naquele estado de coisas. Eu era então líder do coro e ele viera falar comigo sobre algo. Ele era um membro da igreja. Entrou e achou-me naquele estado de espírito de choro e lágrimas. Perguntou-me logo se estava bem. "Sr. Finney, o que se passa com o senhor?" Não conseguia responder-lhe uma palavra nesse preciso momento. Perguntou-me se estava com dores ou algo assim. Recolhi todo o meu ser o mais que pude e disse-lhe que não tinha qualquer dor, mas que estava tão feliz que não conseguia viver.
Ele esgueirou-se rapidamente e saiu dali. Voltou com um dos presbíteros da igreja. Ele era um homem de feições muito sérias. Sempre que estava em minha presença, mantinha-se em vigilância absoluta, resguardando-se a ele próprio de mim. Nunca o havia visto rir-se sobre algo. Quando entrou, perguntou-me como me estaria a sentir. Comecei por lhe contar. Mas em vez de me dizer alguma coisa, deu-lhe um ataque de riso tão grande que não tinha como impedir de se rir muito à gargalhada e bem alto do fundo do seu coração!

A notícia da conversão de Finney espalhou-se rapidamento na cidade, e na noite seguinte ele deu seu testimunho na igreja, começando assim um avivamento naquela cidade:

De qualquer modo, todos foram direitos ao local das ditas reuniões de oração. Eu também me dirigi para lá de imediato. O pastor da igreja estava lá, tal como praticamente todas as pessoas da vila. Ninguém parecia com disposição para empreender a abertura da reunião. A casa estava repleta e ninguém mais cabia lá. Não esperei que alguém me convidasse para discursar e comecei desde logo a falar. Comecei por dizer que agora sabia que a religião era vinda de Deus pessoalmente...
Eu nunca havia orado em público. Mas logo o Sr. Gale [o pastor da igreja] tratou de remediar a questão, assim que terminara o seu discurso. Ele chamou-me a orar, o que fiz com grande liberdade de espírito e com largueza e abertura de coração. Aquela noite obtivemos uma reunião improvisada impar e bela. E a partir dali, não houve noite sem reunião de oração e isso durante muito tempo depois. A obra de Deus espalhava-se para todos os cantos e direções.

Finney começou reuniões de oração com os jovens da igreja, e todos foram convertidos. Depois ele foi visitar seus pais, e ambos foram tocados poderosamente por Cristo. Finney continuou tendo experiências poderosas e sobrenaturais com Deus, e passou a gastar muito tempo a sós com Ele em oração e jejum. Ele começou a pregar, primeiro nas pequenas cidades e aldeias, e depois nos grandes metrópoles, e muitos foram poderosamente convertidos.

Ele entendeu a necessidade de comunicar o evangelho com simplicidade, usando ilustrações e linguagém apropriadas ao povo. Seu estilo de pregação atraiu muito oposição dos outros ministros:

Antes mesmo de me haver convertido, eu tinha em mim uma tendência distinta desta. Eu aprendia a escrever e falar com linguagem muito ornamentada. Mas quando comecei por pregar o evangelho de Cristo, a minha mente apoderou-se duma certa ansiedade em ser entendido por todos os que me tivessem como ouvir. Era urgente e expediente ser bem entendido. Estudei vigorosamente para encontrar e descobrir meios de persuasão que não fossem nem vulgares nem vulgarizados, mas também os quais fossem bem assimilados e que explanassem todos os meus pensamentos com a maior das simplicidades de linguagem, pois o alvo era ser entendido, salvar e não aceite pela opinião publica. Esta maneira de ser e estar no púlpito era opostamente agressiva à ideia comum entre o meio ministerial e as noções da altura, pois não aceitavam esta nova maneira de empreender e viver as verdades. A respeito das muitas ilustrações das quais fazia uso, muitos me perguntariam: "Porque não ilustra as coisas através dos eventos histórico-sociais duma maneira mais dignificante?" Ao que eu respondia sempre que quando trazia uma ilustração que ocupava as mentes das pessoas, então elas nunca davam nem a devida atenção, nem a importância à verdade que essas ilustrações pretendiam encerar e implantar nos corações e nas vidas pessoais de cada um que me ouvia. Eu não tinha como objectivo que se lembrassem da ilustração nem de mim, mas sim da verdade da ilustração contida em si e em mim.

Numa vila perto da cidade de Antwerp Finney pregou ao povo reunido na escola, e sua pregação foi interrompida por um grande mover do Espírito Santo:

Falei-lhes durante algum tempo, mas quinze minutos depois de estar a falar sobre a sua responsabilidade pessoal diante de Deus, constrangendo-os ao arrependimento, de repente uma seriedade abismal apoderou-se daqueles rostos antes irados, uma solenidade fora do vulgar. Logo de seguida todas as pessoas começaram a cair nos seus joelhos, em todas as direções como que caindo dos seus assentos, clamando por misericórdia a Deus. Caso tivesse uma espada em minha mão, nada de igual havia de conseguir com efeitos parecidos e tão devastadores. Parecia que toda a congregação estava ou de joelhos, ou prostrados com o nariz no chão gritando por misericórdia logo ali. Numa questão de dois minutos toda aquela congregação estaria de joelhos a clamar. Cada um orava por si próprio, aqueles que tinham como falar.
É obvio que tive de parar com a pregação, já que ninguém me prestava mais atenção. Eu olhei e vi aquele velhinho que me endereçou o convite para pregar ali, sentado a meio da sala, olhando à sua volta muito perplexo, muito atónito com tudo aquilo. Levantei a minha voz muito alto, quase gritando, para que me ouvisse e perguntei-lhe se sabia orar. Ele de imediato caiu de joelhos e implorou por aquelas almas em agonia, entre a vida eterna e a morte. A sua voz era forte e todo o seu coração estava sendo derramado diante do Criador do mundo. Ninguém o ouvia, ninguém ali prestava qualquer atenção às suas palavras. Logo comecei a falar com algumas pessoas que clamavam assustadamente a Deus, para que me ouvissem e prestassem atenção. Eu dizia: "Olhem, ainda não estão no inferno! Deixem-me assinalar-vos o caminho para Cristo!" Por alguns instantes eu queria trazer-lhes o evangelho, mas não conseguia a sua atenção sequer. Todo o meu coração palpitava e exultava de tal modo que me controlei com muito custo para não gritar de alegria por toda aquela visão celestial, dando glória a Deus. Assim que tive como controlar meus sentimentos, debrucei-me diante dum jovem que estava ali perto e muito atarefado a orar por ele mesmo. Pus minha mão suavemente em seu ombro, atraindo a sua atenção e pregando-lhe Jesus ao ouvido em sussurro. Assim que captei a flecti a sua atenção para a cruz de Cristo, ele creu, acalmou-se, aquietando-se estranhamente pensativo durante um minuto ou dois, para logo de seguida irromper numa oração dedicada por todos aqueles aflitos, ali mesmo. Fiz o mesmo com um e outro com os mesmos resultados. Depois mais um e mais outro até que chegou a hora em que eu haveria de sair dali para cumprir com um outro compromisso na vila.
A 5 de outubro de 1824, Finney casou-se com Lydia. Ele a deixou para ir buscar seus pertences em Evan Mills, esperando estar de volta em uma semana. No outono anterior, Finney pregara várias vezes em Perch River. Um mensageiro foi procurá-lo, pedindo para pregar mais uma vez em Perch River porque Deus estava dando um reavivamento. Finney prometeu visitá-los na noite de terça-feira. Deus operou tão poderosamente que Finney prometeu outro culto na noite de quarta-feira, depois na de quinta, e outros mais...
O reavivamento estendeu-se até uma grande cidade chamada Brownsville. O povo dali insistiu para que Finney passasse o inverno. No começo da primavera, Finney preparou-se para voltar para a esposa. Ele teve de parar para ferrar o cavalo em Rayville. As pessoas o reconheceram e correram ao seu encontro, insistindo para que pregasse pelo menos uma vez ali. Finney anunciou então uma reunião à uma hora da tarde. Uma multidão se formou ao seu redor. O Espírito Santo veio em poder e eles suplicaram que Finney passasse a noite na cidade. Ele pregou naquela noite e o fogo de reavivamento continou queimando. Pregou então na manhã seguinte e teve de permanecer mais uma noite, já que Deus estava operando tão profundamente. Finney pediu a um irmão cristão que levasse seu cavalo e trenó à sua esposa e lhe contasse os fatos. Eles estivam separados há seis meses. Finney continuou pregando em Rayville mais algumas semanas e a maioria do povo se converteu.

Wesley L. Duewel - O Fogo do Reavivamento

Até sua morte em 16 de agosto de 1875, aos 82 anos, Finney continuou sendo usado por Deus como um poderoso instrumento de avivamento nos Estados Unidos e na Inglaterra. De 1851 a 1866 ele foi diretor do Oberlin College, onde ele ensinou 20 mil estudantes.

No seu livro 'O Fogo de Reavivamento', Wesley Duewel conta sobre um avivamento que aconteceu numa escola secundária, provavelmente em 1831:

Um cético tinha uma grande escola secundária em Rochester. Inúmeros estudantes foram às reuniões de Finney e ficaram profundamente convencidos de sua necessidade de Criso. Certa manhã depos de as reuniões terem continuados por duas semanas, o diretor encontrou tantos alunos chorando por causa dos seus pecados que mandou buscar Finney para instruí-las. Finney atendeu e o diretor e quase todos os alunos foram convertidos. Mais de quarenta estudantes do sexo masculino e vários do sexo feminino vieram a tornar-se mais tarde ministros e missionários.

E falando sobre este avivamento na cidade de Rochester, Wesley Duewel resuma:

Anos mais tarde, o Dr Henry Ward Beecher, ao comentar esse poderoso reavivamento e seus resultados, declarou: "Essa foi a maior obra de Deus e o maior reavivamento da religião que o mundo já viu em prazo tão curto. Calcula-se que cem mil indivíduos se uniram às igrejas como resultado desse enorme reavivamento." No período entre 1831 e 1835, mais de 200.000 foram convertidos.

De acordo com o promoter de Rochester, o avivamento naquela cidade resultou numa diminuição de dois terços na índice de criminalidade, mesmo com a população da cidade triplicando depois do avivamento.

Finney foi instrumental no grande avivamento de 1857 a 1858 dos 'grupos de oração', que espalhou-se por dez mil cidades e municípios, resultando na conversão de pelo menos um milhão de pessoas. Somente entre janeiro e abril de 1858, cem mil pessoas foram salvas nestas reuniões de oração ao meio-dia.



Enquanto mulheres chorarem, como elas o fazem agora, eu lutarei;
Enquanto crianças pequenas tem fome, eu lutarei;
Enquanto homens vão para a prisão, entram e saem, entram e saem,
Como eles o fazem agora, eu lutarei;
Enquanto há um bebado remanescente,
Enquanto há uma pobre menina perdida nas ruas,
Enquanto houver uma alma em trevas sem a luz de Deus - eu lutarei,
Eu lutarei até o final.
- General William Booth

"Bem, se eu puder por isso em uma frase, diria que eu resolvi que o Deus Todo-poderoso deveria ter tudo de William Booth" – respondendo, poucos meses antes de sua morte, sobre o segredo de todas as bençãos que recebeu ao longo dos seus setenta anos de ministério.

William Booth nasceu na cidade de Nottingham, na Inglaterra, no dia 10 de abril de 1827. Seu pai era um construtor que acabou perdendo tudo, e com treze anos de idade William começou a trabalhar na loja de um penhorista. Seu pai morreu logo depois, e William precisava ajudar a sustentar a sua mãe e irmãs com o pouco que ganhava.

Aos quinze anos de idade, William, que não tinha sido criado em lar cristão, começou a frequentar a Capela da Igreja Metodista de Nottingham, onde ele teve uma forte experiência de conversão:

"Como um jovem irresponsável de quinze anos, eu fui levado a frequentar a Capela Wesley de Nottingham, eu não me lembro de ninguém ter me orientado sobre a necessidade de uma rendição pessoal para Deus. Eu fui convencido, independentemente de esforço humano, pelo Espírito Santo, que criou dentro de mim uma grande sede por uma vida nova."1

Imediatamente depois da sua conversão, Booth começou a pregar nas áreas pobres da sua cidade, junto com outros adolescentes. Mas quando ele levou um grupo de jovens pobres para a igreja, a congregação de classe média-alta ficou escandalizada.

"Então a minha conversão me tornou, num momento, um pregador do evangelho. Eu nunca pensei na idéia de diferenciar entre aquele que não teve nada a fazer a não ser pregar o evangelho e um menino aprendiz convertido que apenas quiz 'proclamar ao redor do mundo', como costumávamos a cantar, a fama de nosso Salvador. Tenho vivido, graças a Deus, para ver a separação entre leigo e clérico se obscurecer mais e mais, e para ver mais perto da realização a idéia de Jesus Cristo de transformar, num momento, pescadores ignorantes em pescadores de homens."1

Depois de mudar-se para a grande cidade de Londres em busca de emprego, William continuou sua associação com a Igreja Metodista e teve oportunidades de pregar. Em 1850 ele foi aceito como pregador leigo num grupo de Metodistas dissidentes, e assim começou seu ministério de evangelista e avivalista.

Booth foi usado poderosamente nas igrejas Metodistas, e em 1852 foi ordenado como pregador. Ele se casou com Catherine Mumford em 16 de Junho de 1855. Inicialmente ligado a uma igreja em Londres, nesse mesmo ano de 1855 Booth foi liberado para exercer o ministério de evangelista itinerante.

Em 1858 Booth foi consagrado como Ministro mas também obrigado a assumir o pastoreado de uma igreja local. Ele sentiu que seu chamado era mais evangelístico que pastoral e em 1861 saiu da Igreja Metodista para seguir o ministério evangelístico.

Com filhos pequenos e sem sustento financeiro, os anos que se seguiram foram difíceis para a família Booth. Mas William foi usado poderosamente em avivamento, como Harold Begbie relata no livro "Life of William Booth":

Os aldeãos andaram pelos morros, e os pescadores remaram oito ou dez milhas de mar escuro, para as cidades onde William Booth estava pregando. Jornais locais registraram que, em alguns lugares, o comércio foi paralisado. Ao longo daquele canto do ducado, de Camborne para Penzance, a chama se queimou com força crescente. Centenas de conversões foram feitas. Cenas "além da descrição" aconteceram; os gritos e gemidos "foram bastante para derreter um coração de pedra"; na cidade de St. Just "mil pessoas se associaram às igrejas diferentes."2

Em 1865 a família Booth mudou-se para a cidade de Londres. Andando um dia pelo lado oeste da cidade, William foi chocado em ver a pobreza e miséria dos seus moradores.

"Quando eu vi as multidões de pessoas pobres, tantas delas evidentemente sem Deus nem esperança neste mundo, e descobri que elas me ouviram tão prontamente e avidamente, me seguindo da reunião ao ar livre até à tenda, e aceitando, em tantas instâncias, o meu convite para se ajoelharem aos pés do Salvador, naquele mesmo momento, todo meu coração se estendeu a elas. Eu voltei para casa e falei à minha esposa: 'Ó Kate, eu achei o meu destino! Estes são o povo por quem eu tenho ansiado todos esses anos.'"
"Naquela noite", disse o General, "o Exército de Salvação nasceu."1

Booth fundou um ministério, a Missão Cristã, para ministrar a essas pessoas. Desde o início, seus métodos – e os resultados – foram nada convencionais. Sedeada inicialmente em uma tenda, que foi destruida por uma gangue de baderneiros, mais tarde a missão se mudou para um salão de dança. Reuniões ao ar livre também sempre foi uma estratégia importante para a missão. Mais tarde, bandas marchando nas ruas foram utilizadas para atrair as multidões para ouvir a pregação do Evangelho.

Um forte mover do Espírito Santo impulsionou o crescimento do avivamento.

As descrições a seguir das Reuniões de Santidade, tiradas da Revista da Missão Cristã, não conseguiam mostrar realmente as cenas extraordinárias que foram testemunhadas, nem contam adequadamente os efeitos produzidos nas almas daqueles que participaram destes cultos. Bramwell Booth me conta que, depois de muitos anos de reflexão, e agora disposto a pensar que, em certa medida, a atmosfera dessas reuniões foi calculada para afetar histericamente certos temperamentos desequilibrados ou excitáveis, mesmo assim ele está convencido, completamente convencido,de que algo da mesma força que se manifestou no dia de Pentecostes se manifestou naquelas reuniões em Londres.
Ele descreve como homens e mulheres caíram de repente no chão, e permaneceram em estado de desmaio ou transe durante muitas horas, se levantando em fim tão transformados com alegria que eles poderiam fazer nada além de gritar e cantar em uma êxtase de felicidade. Ele me fala que, sem dúvida, ele viu exemplos de levitação - pessoas sendo levantadas e jogadas para frente no ar. Ele viu homens e mulheres ruins de repente feridos com um desespero irresistível, levantando seus braços, proferindo os gritos mais terríveis, e caíndo para trás, como se fossem mortos, convencidos sobrenaturalmente da sua condição pecaminosa. O chão às vezes ficava cheio com homens e mulheres derrubados por uma revelação da realidade espiritual, e os obreiros da Missão levantavam seus corpos caídos e os levavam para outras salas, para que as Reuniões pudessem continuar sem distrações.2

Nós temos um relato de um culto de adoração de agosto de 1878:

A visão dos rostos no palco nunca será esquecida - foi mais que alegria que iluminou todos - foi o êxtase de bebados espirituais. Quando nós vimos um irmão, avançado em anos e endurecido pelo longo hábito de ordenações religiosas solenes, dançando, sim, realmente dançando à música, enquanto outros, menos constrangidos, estavam levantando os braços descobertos e girando para cá e para lá enquanto cantavam, nós percebemos como nunca antes, que a graça de Deus pode fazer as pessoas livres e libertas. Aqui está, mais uma vez, a religião velha, despreocupada com a opinião pública e cheia de glória e de Deus, motivo pelo qual os apóstolos foram obrigados a recomendar sobriedade.2

Ballington Booth, filho de William, descreveu um culto de oração no mês seguinte:

No dia 13 de setembro tivemos um tempo maravilhoso. Nunca vou esquece-lo. Oh! Deus sondou todos os corações naquela noite. Depois de falar sobre entregar tudo e ser sustentado pelo poder de Deus, e cantando "Eu estou confiando, Senhor, em Ti", nós caímos de joelhos para oração silenciosa. Então o Deus Todo-Poderoso começou a convencer do pecado e chamar para o arrependimento. Alguns começaram a chorar, alguns gemeram, alguns clamaram em voz alta para Deus. Um homem disse, "Se eu não posso adquirir esta bênção, eu não posso viver"; outro disse, "Há algo, há algo, oh, meu Deus, meu Deus, me ajuda; me santifique; endireite meu coração"; e enquanto nós cantamos:
Me salva agora, me salva agora,
Meu Jesus me salva agora,
Uma querida irmã jovem se aproximou à mesa, então mais duas pessoas a seguiram; e nós cantamos novamente,
Me salva agora, me salva agora.
Sim, Jesus me salva agora.
Muitos mais foram tocados. Nós caímos novamente de joelhos. Cinco ou seis mais vieram à frente. Um homem tirou seu cachimbo do seu bolso, e o pôs na mesa, resolvido que este nunca mais ficaria entre a sua alma e Deus. Então seis ou sete mais vieram à frente. Então quase não pudemos nem cantar nem orar mais. Todos foram dominados pelo Espírito. Um jovem, depois de lutar e lutar durante quase uma hora, gritou "Glória, glória, glória, alcancei. Oh, Glória a Deus!" Uma jovem balançou a sua cabeça, dizendo, " Não, hoje não" mas logo foi vista no chão intercedendo poderosamente com Deus... E todos se uniram cantando as palavras,
Eu Te tenho oh! Eu Te tenho,
Todas as horas eu Te tenho;
E um irmão disse, "Oh, oh! se este ai não é o céu, como será o céu?" Outro irmão disse, "Eu tenho que pular"; Eu disse, "Então pule" e ele pulou por todo lado. Assim nós cantamos, choramos, rimos, gritamos, e depois que vinte e três tinham se entregado ao Mestre, confiando nele para os guardar do pecado, tanto como Ele tinha perdoado os seus pecados, nós encerramos cantando
Glória, glória Jesus me salva,
Glória, glória ao Cordeiro
Glória, glória ao Cordeiro.2

A Revista da Missão Cristã de Setembro de 1878 relata "Uma Noite de Oração" na noite do 8 a 9 de agosto:

Ninguém que viu aquela cena de oração contundente e fé triunfante jamais iria esquece-la. Nós vimos um mineiro labutando com os seus punhos no chão e no ar, da mesma maneira que ele foi acostumado lutar com a pedra no seu trabalho diário, até que enfim ele ganhou o diamante que ele estava buscando - libertação perfeita da mente carnal - e se levantou gritando e quase pulando de alegria. Homens grandes, como também as mulheres, caíram no chão, ficando deitados durante algum tempo como se fossem mortos, subjugados com o Poder do Alto. Quando a alegria da libertação poderosa de Deus caiu sobre alguns, eles riram e também choraram de alegria, e alguns dos evangelistas mais jovens poderiam ter sido vistos, como rapazes brincando, abraçados e rodando um em cima do outro no chão.2

A missão continuou a crescer, mesmo sofrendo muita oposição. No Natal de 1878 o nome da Missão Cristã mudou para "O Exército de Salvação", e William Booth foi chamado de seu General (um título que ele resistiu, no início, por achar pretensioso).

Por causa das suas táticas de invadir as ruas e áreas pobres com a pregação do Evangelho, o Exército de Salvação foi, nos primeiros anos, muito perseguido:

Num só ano – 1882 – 669 soldados do Exército de Salvação foram atacados ou brutalmente assaltados. Sessenta prédios foram quase demolidos pelas multidões. Até 1.500 policiais de plantão todo domingo, pareciam ser incapazes de proteger as tropas do Booth.3.

Mas, no mesmo tempo, seu crescimento fenomenal não pode ser negado, e até a Igreja da Ingleterra (Igreja Anglicana) propôs uma parceria com o Exército de Salvação:

No início de 1882, o Arcebispo de York, Dr William Thomson, sugeriu uma mudança radical: a amalgamação do Exército de Salvação com a Igreja da Inglaterra. Houve pessoas, ele confessou, que a sua Igreja não conseguiu alcançar; uma pesquisa feita numa noite de semana em Londres mostrou quase 17.000 adorando nos quarteis do Exército contra 11.000 nas igrejas comuns...
"Veja", Booth resumiu gentilmente para um clérico que estava perplexo com o sucesso do Exército, "nós não temos uma reputação para perder."3.

E os resultados continuaram:

Não intimidados pela perseguição e pobresa, estes guerreiros, entre 1881 e 1885 levaram 250.000 homens e mulheres aos altares4 do Exercíto.3

Seu crescimento não foi limitado ao país da Inglaterra. O Exércíto se estendeu aos EUA e Austrália em 1880, e à França no ano seguinte. Divisões na África do Sul e Nova Zelândia começaram em 1883.

Catherine Booth, a "Mãe do Exercito de Salvação" faleceu no dia 4 de outubro de 1890. Nesse ano, o Exército já tinha alcançado um sucesso inimaginável desde seu início, vinte e cinco anos antes:

Agora eles estavam operando quase 2.900 centros – mais que £775.000 de imóveis, a maioria hipotecada. Levantaram £18.750.000 para ajudar homens para quem o mundo negou uma segunda chance. A bandeira "Sangue e Fogo" estava levantada em trinta e quatro países. Na Sede Internacional, o assunto da salvação agora envolveu 600 telegramas, 5.400 cartas cada semana.
Mas Booth tinha ganho mais que território e fundos: ele ganhou os olhos e os ouvidos do mundo. Cada semana seus 10.000 oficiais, a maioria com menos de vinte e cinco anos, pregaram o Evangelho à multidões em 50.000 reuniões. Somente na Inglaterra, visitaram 54.000 lares cada semana. Seus vinte e sete jornais alcançaram trinta e um milhões de leitores.3

Em 1909 o Booth, agora com oitenta anos mas sempre um evangelista, começou suas "Campanhas Motorizadas" onde ele viajou pela Inglaterra de carro, evangelizando:

Foi como se Booth, mais perto da sua audiência desde o dias da Missão Cristã, queimou com a chama de Deus. Numa vez, viajando para o norte, seu carro foi parado por operários que fecharam a rua com uma corda. Mas, quando ele se levantou do banco, a voz de Booth parecia hipnotizá-los. "Alguns de vocês homens nunca oram – vocês pararam de orar há muito tempo. Mas vou dizer a vocês, vocês não vão orar para seus filhos, para que eles possam ser diferentes?"
Dentro de minutos, o neto do General, Wycliffe relembra, a rua se tornou uma panorama sem fim de cabeças descobertas enquanto setecentos homens se ajoelharam em adoração silenciosa.3

William Booth faleceu no dia 20 de agosto de 1912.

Em sessenta anos como evangelista, Booth viajou cinco milhões de milhas, pregando quase 60.000 sermões – e seu espírito hipnótico atraiu 16.000 oficiais para seguir a bandeira em cinquenta e oito países, para pregar o evangelho em trinta e quatro línguas. Em 1881, quando Booth mudou-se para a Rua Queen Vitória, os obreiros da Sede se sentiram sobrecarregados abrindo mil cartas cada semana. Agora eles estavam afundados numa enchente de mil cartas cada dia.3

O Exército de Salvação ficou muito conhecido por causa das suas muitas obras sociais, mesmo que essas tenham sido o resultado de um verdadeiro avivamento e uma paixão pelas almas perdidas. Comentando sobre isso, Booth escreveu:

"Nossa Obra Social é, essencialmente, uma atividade religiosa. Ela não pode ser contemplada, iniciada nem continuada com grande sucesso, sem um coração cheio de compaixão e amor, e revestido com o poder do Espírito Santo."1

É dificil medir o impacto do Exército de Salvação, que certamente marcou profundamente o Século 19. Sua luta por justiça social e a favor dos excluídos e menos favorecidos da sociedade levou Booth a escrever um livro "In Darkest England and the Way Out" ("Na Mais Tenebrosa Inglaterra e a Saída") que foi muito discutido na Inglaterra, e incentivou o crescimento das obras sociais do Exército.

Para Charles Haddon Spurgeon, famoso pregador Batista que comandava multidões de 20.000 numa só vez, o Exército era insubstituível – "mais cinco mil policiais não tomarão o seu lugar na repressão de crime e desordem"3

Eu estendi minha mão e toquei a chama. Agora eu estou queimando e esperando por um sinal. – Evan Roberts, pregando na Capela de Moriah, Dezembro de 19031

Acima de tudo, uma sensação da presença e santidade de Deus impregnava cada área da experiência humana, em casa, no trabalho, nas lojas e nas tavernas. A eternidade parecia inevitavelmente próxima e real. – Efion Evans2

Eu não sou a fonte deste avivamento. Eu sou apenas um agente entre o que vai ser uma multidão... Eu não sou aquele que está tocandos os corações de homens e mudando as vidas dos homens. Não sou eu, mas o Deus que opera em mim. – Evan Roberts, Smith's Weekly1

O avivamento de Gales foi um dos mais impressionantes moveres de Deus de todos os tempos. Em poucos meses de avivamento, um país inteiro foi transformado, mais de cem mil pessoas aceitaram o Senhor Jesus como seu Senhor e Salvador, e a notícia foi espalhada ao redor do mundo.

O avivamento começou em outubro de 1904 na pequena cidade de Loughor, com Evan Roberts, um jovem de 26 anos. Wesley Duewel conta sobre o início do avivamento no seu livro "O Fogo do Reavivamento":

Os historiadores geralmente se referem ao reavivamento que começou na aldeia de Loughor no País de Gales como o ponto inicial do reavivamento. Evan Roberts foi o instrumento usado por Deus par inaugurar o reavivamento de 1904. Em 1891, aos treze anos de idade, Roberts começou a ter fome e sede, e orar por duas coisas importantes: (1) para que Deus o enchesse com o Seu Espírito, e (2) para que Deus enviasse o reavivamento ao País de Gales. Roberts fez talvez o maior investimento no banco de oração de Deus a favor do reavivamento que o Senhor desejava enviar. E talvez fosse essa a razão de Deus ter começado a onda internacional de reavivamentos no País de Gales – através de Evan Roberts.2

Evan Roberts tinha acabado de começar a cursar o seminário quando teve uma visão na qual Deus o chamava para voltar à sua pequena cidade e pregar para os jovens da sua igreja. Roberts já tivera outras experiências com Deus e estava convencido que Ele estava prestes a derramar um poderoso avivamento sobre o país de Gales. Mesmo assim, podemos imaginar que não foi fácil para ele voltar para casa depois de apenas quinze dias no seminário. Mas, na noite de domingo, 30 de outubro de 1905, durante o culto, Roberts teve uma visão dos seus amigos de infância e entendia que Deus estava falando para ele voltar para casa e evangelizar-los.2

No dia seguinte Evan Roberts reuniu os jovens da igreja e começou a passar a sua visão para o avivamento. Ele ensinou que o povo orasse uma oração simples: "Envia o Espírito Santo agora, em nome de Jesus Cristo". Roberts também enfatizou quatro pontos fundamentais para o avivamento:

  • A confessão aberta de qualquer pecado não confessado
  • O abandono de qualquer ato duvidoso
  • A necessidade de obedecer prontamente tudo que o Espirito Santo ordenasse
  • A confessão de Cristo abertamente2

Os cultos continuavam todos os dias e o fogo do avivamento começou a espalhar-se pela região.

Na primeira manhã daquela semana milagrosa, as pessoas se juntavam em grupos na rua principal de Gorseinon e a pergunta principal nos seus lábios foi, "Como você se sente agora? Você não se sente esquisito?" Nas suas mentes estavam gravadas as cenas dos cultos do Domingo quando, em cada capela, muitas pessoas pareciam ser subjugadas. As cenas se repetiam a cada dia e a alegria de Evan aumentou. O Reverendo Mathry Morgan de Llanon visitou uma noite e viu o avivalista "que quase dançava com alegria por causa de um que estava orando fervorosamente e que estava rindo enquanto orava, por ter ficado consciente que suas súplicas estavam prevalecendo. Mr Roberts mostrou sinais animados de uma alegria triunfante, em concordância com ele. Glórias a Deus por uma religião alegre."1

Desse pequeno começo, um grande avivamento começou a varrer o norte do país de Gales. Cultos de avivamento começaram espontaneamente, muitas vezes antes da chegada do avivalista. A maioria dos líderes e ministros do avivamento foram jovens e adolescentes:

Evan Roberts tinha apenas vinte e seis anos de idade quando irrompeu o avivamento. Sua irmã, Mary, que foi uma parte tão importante da obra, tinha dezesseis. Seu irmão Dan e o futuro marido de Mary, Sydney Evans, estavam ambos com cerca de vinte anos. As "Irmãs Cantoras", que foram usadas grandemente, estavam entre as idades de dezoito e vinte e dois anos. Milhares de jovens se converteram e eram imediatamente enviados por toda a terra testificando da glória de Deus. Criancinhas tinham suas próprias reuniões de oração e testemunhavam ousadamente aos pecadores mais endurecidos. As capelas ficavam superlotadas de jovens.3

O avivamento resultou na conversão de muitos jovens, que logo se empenharam na obra de evangelização. Crianças também foram usadas poderosamente no avivamento, ganhando muitos almas para Jesus. Novos convertidos lideravam grandes reuniões de oração e estudos Bíblicos.3

Durante o avivamento os cultos continuavam quase sem parar, e a presença de Deus foi manifesta de uma forma especial. Grandes congregações, de até milhares de pessoas, foram movidos pelo Espírito a "cair aos pés simultaneamente para adorar em uníssono"; às vezes a glória do Senhor brilhava dos púlpitos com uma luz tão forte que "os evangelistas ou pastores fugiam dela para não serem completamente arrebatados"3.

Um jornalista de Londres que assistiu às reuniões ficou surpreso ao ver como os cultos prosseguiam quase sem liderança ou orientação humana. Hinos, leitura da Palavra, oração, testemunhos dos convertidos e breves exortações por várias pessoas sucediam-se segundo o Espírito guiava. Os grandes hinos da igreja eram cantados durante três quartos da reunião; a ordem reinava, embora mil ou duas mil pessoas estivessem presentes. Se alguém se demorava muito na exortação, outra pessoa começava um hino. Evan Roberts insistia continuamente: "Obedeçam ao Espírito", e o Espírito mantinha a reunião pacífica e ordeira.2

O Reverendo R B Jones descreveu um culto, onde ele pregou a mensagem da salvação:

"Como um só homem, primeiro com um suspiro de alívio e depois com um grito de alegria delirante, toda a audiência ficou de pé... Todo recinto naquele momento parecia terrível com a glória de Deus – usamos a palavra 'terrível' deliberadamente; a presença santa de Deus era tão manifesta que o próprio orador sentiu-se dominado por ela; o púlpito onde se encontrava estava tão cheio com a luz de Deus que ele teve de retirar-se!"2

Os efeitos do avivamento estenderam-se muito além dos cultos e reuniões de oração. Os bares e cinemas fecharam, as livrarias evangélicas venderam todos os seus estoques de Bíblias. O avivamento tornou-se manchete nos principais jornais do país. A presença de Deus "parecia ser universal e inevitável", invadindo não somente as igrejas e reuniões de oração, mas se manifestando também "nas ruas, nos trens, nos lares e nas tavernas" .2

"Em muitos casos, os fregueses entravam nas tavernas, pediam bebidas e depois davam meia-volta e saíam, deixando-as intocadas no balcão. O sentimento da presença de Deus era tal que praticamente paralisava o braço que ia levar o copo à boca."2

Evan Roberts trabalhou sem parar no avivamento. Ele não queria que as pessoas olhassem para ele, e muitas vezes ficava calado durante os cultos, preferindo que o Espírito Santo os dirigisse. Ele raramente falava com os jornalistas que vinham para escrever sobre o avivamento, e não permitia que tirassem fotografias dele.

Infelizmente, Evan, o "catalisador principal" do avivamento, não cuidou da sua própria saúde, tirando o tempo necessário para descansar. Ele começou a se sentir fisicamente exausto, vindo finalmente a ter um colapso, e em abril de 1906 retirou-se para a casa do Sr. e Sra. Penn-Lewis na Inglaterra. Evan nunca mais exerceu seu ministério de avivalista, e sem sua liderança, o avivamento logo se apagou.

Rick Joyner, no seu livro "O Mundo em Chamas", fala sobre o papel da Sra Jessie Penn-Lewis na vida do avivalista:

Parece provável que Jessie Penn-lewis tenha exercido uma parte significativa em levar o grande Avivamento do País de Gales a um fim prematuro, embora ela parecesse ter a melhor das intenções. Os relatos foram de que ela convenceu Evan Roberts a retirar-se do avivamento, porque achava que ele estava recebendo muita atenção, a qual deveria ir apenas para o Senhor...
Seria desonesto incriminar Jessie Penn-Lewis como a única mão que interrompeu o Avivamento Galês, embora muitos amigos e colaboradores de Evan Roberts tenham feito exatamente essa acusação. Evan Roberts deixou a obra e foi viver na casa de Penn-Lewis, onde ele se tornou efetivamente um eremita espiritual, nunca mais usado no ministério...3

Depois de sair da liderança do avivamento, com sua saude bastante enfraquecida, Evan Roberts viveu uma vida de intercessão, escrevendo matérias para revistas evangélicas, e recebendo visitas. Alguns anos depois, junto com a Jesse Penn-Lewis, ele escreveu o livro "War on the Saints" (Guerra contra os Santos), em qual ele criticou o avivamento. Menos que um ano depois do lancamento do livro, Roberts o descreveu como sendo uma "arma falhada que tinha confundido e dividido o povo do Senhor."4

O avivamento no país de Gales durou apenas nove meses, porém neste tempo marcou o mundo. Os frutos, os resultados do avivamento, foram bons: uma pesquisa feita seis anos depois do avivamento descobriu que 80% dos convertidos continuavam sendo membros das mesmas igrejas onde tiveram se convertido. Porém, isso não significa que os outro 20% tivessem se desviado, porque muitos se mudaram para missões independentes ou novas denominações.2



Muitas igrejas têm orado para um Pentecoste, e o Pentecoste veio. A pergunta agora é, será que o elas aceitarão? Deus respondeu de uma forma que elas não procuraram. Ele veio de uma forma humilde, como no passado, nascido em uma manjedoura. - The Apostolic Faith, setembro de 1906

Agora só uma palavra relativa ao irmão Seymour, que é o líder do movimento debaixo de Deus. Ele é o homem mais manso que eu já encontrei. Ele caminha e conversa com Deus. O poder dele está na sua fraqueza. Ele parece manter uma dependência desamparada em Deus e é tão simples como uma pequena criança, e ao mesmo tempo ele está tão cheio de Deus que você sente o amor e o poder toda vez que você chegar perto dele. - W H Durham, The Apostolic Faith, fevereiro / marco de 1907

O avivamento da Rua Azusa, na cidade de Los Angeles - EUA, tem marcado profundamente o Cristianismo dos últimos cem anos. Hoje, dos 660 milhões de cristãos protestantes e evangélicos no mundo, 600 milhões pertençam a igrejas que foram diretamente influenciadas pelo avivamento da Rua Azusa (Pentecostais, Carismáticos, Terceira-Onda etc).1

O início do avivamento começou com o ministério do Charles Fox Parham. Em 1898 Parham abriu um ministério, incluindo uma escola Bíblica, na cidade de Topeka, Kansas. Depois de estudar o livro de Atos, os alunos da escola começaram buscar o batismo no Espírito Santo, e, no dia 1° de janeiro de 1901, uma aluna, Agnes Ozman, recebeu o batismo, com a manifestação do dom de falar em línguas estranhas. Nos dias seguintes, outros alunos, e o próprio Parham, também receberam a experiência e falaram em línguas.2

Nesta época, as igrejas Holiness ("Santidade"), descendentes da Igreja Metodista, ensinaram que o batismo no Espírito Santo, a chamada "segunda benção", signficava uma santificação, e não uma experiência de capacitação de poder sobrenatural. Os dons do Espírito Santo, tais como falar em línguas estranhas, não fizeram parte da sua teologia do batismo no Espírito. A mensagem do Parham, porém, foi que o batísmo no Espírito Santo deve ser acompanhado com o sinal miraculoso de falar em línguas.

Parham, com seu pequeno grupo de alunos e obreiros, começou pregar sobre o batismo no Espírito Santo, e também iniciou um jornal chamado "The Apostolic Faith" (A Fé Apostólica). Em Janeiro de 1906 ele abriu uma outra escola Bíblica na cidade de Houstan, Texas.

Um dos alunos esta escola foi o William Seymour. Nascido em 1870, filho de ex-escravos, Seymour estava pastoreando uma pequena igreja Holiness na cidade, e já estava orando cinco horas por dia para poder receber a plentitude do Espírito Santo na sua vida.

Seymour enfrentou as leis de segregação racial da época para poder frequentar a escola. Ele não foi autorizado ficar na sala de aula cos alunos brancos, sendo obrigado a assistir as aulas do corridor. Seymour também não pude orar nem receber oração com os outros alunos, e consequentamente, não recebeu o batismo no Espírito Santo na escola, mesmo concordando com a mensagem.

Uma pequena congregação Holiness da cidade de Los Angeles ouviu sobre Seymer e o chamou para ministrar na sua igreja. Mas quando ele chegou e pregou sobre o batismo no Espírito Santo e o dom de línguas, Seymour logo foi excluído daquela congregação.

Sozinho na cidade de Los Angeles, sem sustento financeiro nem a passagem para poder voltar para Houston, Seymour foi hospedado por Edward Lee, um membro daquela igreja, e mais tarde, por Richard Asberry. Seymour ficou em oração, aumentando seu tempo diário de oração para sete horas por dia, pedindo que Deus o desse "aquilo que Parham pregou, o verdadeiro Espírito Santo e fogo, com línguas e o amor e o poder de Deus, como os apóstolos tiveram."1

Uma reunião de oração começou na casa da família Asbery, na Rua Bonnie Brae, número 214. O grupo levantou uma oferta para poder trazer Lucy Farrow, amiga de Seymour que já tinha recebdo o batismo no Espírito Santo, da cidade de Houston. Quando ela chegou, Farrow orou para Edward Lee, que caiu no chão e começou falar em línguas estranhas.

Naquela mesma noite, 9 de abril de 1906, o poder do Espírito Santo caiu na reunião de oração na Rua Bonnie Brae, e a maioria das pessoas presentes começaram falar em línguas. Jennie Moore, que mais tarde se casou com William Seymour, começou cantar e tocar o piano, apesar de nunca tiver aprendido a tocar.

A partir dessa noite, a casa na Rua Bonnie ficou lotado com pessoas buscando o batismo no Espírito Santo. Dentro de poucos dias, o próprio Seymour também recebeu o batismo e o dom de línguas.

Uma testemunha das reuniões na Rua Bonnie Brae disse:

Eles gritaram durante três dias e três noites. Era Páscoa. As pessoas vieram de todosos lugares. No dia seguinte foi impossível chegar perto da casa. Quando as pessoas entraram, elas cairam debaixo do poder de Deus; e a cidade inteira foi tocada. Eles gritaram lá até as fundações da casa cederam, mas ninguém foi ferido. Durante esses três dias havia muitas pessoas que receberam o batismo. Os doentes foram curados e os pecadores foram salvos assim que eles entraram.1

Rua Azusa, 312

Sabendo que a casa na Rua Bonnie Brase estava ficando pequena demais para as multidões, Seymour e os outros procuravam um lugar para se reunir. Eles acharam um prédio, na Rua Asusa, número 312, que tinha sido uma igreja Metodista Episcopal mas, depois de ser danificado num incêndio, foi utilizado como estábulo e depósito. Depois de tirar os escombros, e construir um púlpito de duas caixas de madeira e bancos de tábuas, o primeiro culto foi realizado na Rua Asusa no dia 14 de abril de 1906.

Muitos cristãos na cidade de Los Angeles e cidades vizinhas já estavam esperando por um avivamento. Frank Bartleman e outros estiveram pregando e intercedendo por um avivamento como aquilo que Deus estava derramando sobre o país de Gales.

Num folheto escrito em novembro de 1905, Barteman escreveu:

A correnteza do avivamento está passando pela nossa porta... O espírito de avivamento está chegando, dirigido pelo sopro de Deus, o Espírito Santo. As nuvens estão se juntando rapidamente, carregadas com uma poderosa chuva, cuja precipitação demorará apenas um pouco mais.
Heróis se levantarão da poeira da obscuridade e das circunstâncias desprezadas, cujos nomes serão escritos nas páginas eternas da fama Celestial. O Espírito está pairando novamente sobre a nossa terra, como no amanhecer da criação, e o decreto de Deus saía: "Haja luz"...
Mais uma vez o vento do avivamento está soprando ao redor do mundo. Quem está disposto a pagar o preço e responder ao chamado para que, em nosso tempo, nós possamos viver dias de visitação Divina?3

O pastor da Primeira Igreja Batista, Joseph Smale, visitou o avivamento em Gales, e reuniões de avivamento continuavam para alguns meses na sua igreja, até que ele foi demetido pela liderança. Bartleman escreveu e recebeu cartas de Evan Roberts, o líder do avivamento de Gales. Mas o avivamento começou com o pequeno grupo de oração dirigido por Seymour. Depois de visitar a reunião na Rua Bonnie Brae, Bartleman escreveu:

Havia um espírito geral de humildade manifesto na reunião. Eles estavam apaixandos por Deus. Evidentemente o Senhor tinha achado a pequena companhia, ao lado de fora como sempre, através de quem Ele poderia operar. Não havia uma missão no país onde isso poderia ser feito. Todas estavam nas mãos de homens. O Espírito não pôde operar. Outros mais pretensiosos tinham falhados. Aquilo que é estimado por homem foi passado mais uma vez e o Espírito nasceu novamente num "estábulo" humilde, por fora dos estabelecimentos eclesiásticos como sempre.3

Interesse nas reuniões na Rua Azusa aumentou depois do terrível terremoto do dia 18 de abril, que destruiu a cidade vizinha de San Francisco. Duras críticas das reuniões nos jornais da cidade também ajudavam a espalhar a noticia do avivamento.

Como no avivamento de Gales, as reuniões não foram dirigidas de acordo com uma programação, mas foram compostos de oraçãos, testemunhos e cânticos espontâneos. No jornal da missão, também chamado "The Apostolic Faith", temos a seguinte descrição dos cultos:

"As reuniões foram transferidas para a Rua Azusa, e desde então as multidões estão vindo. As reuniões começam por volta das 10 horas da manhã, e mal conseguem terminar antes das 20 ou 22 horas, e às vezes vão até às 2 ou 3 horas da madrugada, porque muitos estão buscando e outros estão caídos no poder de Deus. As pessoas estão buscando no altar três vezes por dia, e fileiras e mais fileiras de cadeiras precisam ser esvaziadas e ocupadas com os que estão buscando. Não podemos dizer quantas pessoas têm sido salvas, e santificadas, e batizadas com o Espírito Santo, e curadas de todos os tipos de enfermidade. Muitos estão falando em novas línguas e alguns estão indo para campos missionários com o dom de línguas. Estamos buscando mais do poder de Deus."4

Frank Bartleman também escreveu sobre os cultos na Rua Azusa:

O irmão Seymour normalmente se sentou atrás de duas caixas de sapato vazias, uma em cima da outra. Ele acustumava manter sua cabeça dentro da caixa de cima durante a reunião, em oração. Não havia nenhum orgulho lá. Os cultos continuavam quase sem parar. Almas sedentas poderiam ser encontradas debaixo do poder quase qualquer hora, da noite ou do dia. O lugar nunca estava fechado nem vazio. As pessoas vieram para conhecer Deus. Ele sempre estava lá. Conseqüentemente, foi uma reunião contínua. A reunião não dependeu do líder humano. Naquele velho prédio, com suas vigas baixas e chão de barro, Deus despedaçou homens e mulheres fortes, e os juntou novamente, para a Sua glória. Era um processo tremendo de revisão. O orgulho e a auto-asserção, o ego e a auto-estima, não podiam sobreviver lá. O ego religioso pregou seu próprio sermão funerário rapidamente.
Nenhum assunto ou sermão foi anunciado de antemão, e não houve nenhum pregador especial por tal hora. Ninguém soube o que poderia acontecer, o que Deus faria. Tudo foi espontâneo, ordenado pelo Espírito. Nós quisemos ouvir de Deus, através de qualquer um que Ele poderia usar para falar. Nós tivemos nenhum "respeito das pessoas." O rico e educado foi igual ao pobre e ignorante, e encontrou uma morte muito mais difícil para morrer. Nós reconhecemos somente a Deus. Todos foram iguais. Nenhuma carne poderia se gloriar na presença dEle. Ele não pôde usar o opiniático. Essas foram reuniões do Espírito Santo, conduzidas por Deus. Teve que começar num ambiente pobre, para manter o elemento egoísta, humano, ao lado de fora. Todos entraram juntos em humildade, aos pés dEle.3

Notícias sobre as reuniões na Rua Azusa começaram a se espalhar, e multidões vierem para poder experimentar aquilo que estava acontecendo. Além daqueles que vierem dos Estados Unidos e da Canadá, missionários em outros páises ouvirem sobre o avivamento e visitavam a humilde missão. A mensagem, e a experiência, "Pentecostal" foi levada para as nações. Novas missões e igrejas Pentecostais foram estabelecidas, e algumas denominações Holiness se tornaram igrejas Pentecostais. Em apenas dois anos, o movemento foi estabelecido em 50 nações e em todas as cidades nos Estados Unidos com mais de três mil habitantes.5

A influência da missão da Rua Azusa começou a diminuir à medida que outras missões e igrejas abraçaram a mensagem e a experiência do batismo do Espírito Santo. Uma visita de Charles Parham à missão, em outubro de 1906, resultou em divisão e o estabelecimento de uma missão rival. Parham não se conformava com a integração racial do movimento, e criticou as manifestações que ele viu nas reuniões.

Em setembro de 1906 a Missão da Rua Azusa lançou o jornal "The Apostolic Faith", que foi muito usado para espalhar a mensagem Pentecostal, e continuou até maio de 1908, quando a mala direta do jornal foi indevidamente transferida para a cidade de Portland, assim efetivamente isolando a missão de seus mantenadores.

O avivamento da Rua Azusa durou apenas três anos, mas foi instrumental na criação do movimento Pentecostal, que é o maior segmento da igreja evangélica hoje. William H. Durham recebeu seu batismo no Espírito Santo em Azusa, formando missionários na sua igreja em Chicago, como E. N. Bell (fundador da Assembleia de Deus dos EUA), Daniel Burg (fundador da Assembleia de Deus no Brasil) e Luigi Francescon (fundador da Congregação Cristã no Brasil).6



O avivamento é nem mais nem menos que o impacto da personalidade de Jesus Cristo sobre uma igreja ou comunidade. A área inteira se torna consciente de Deus. - Duncan Campbell



Avivamento

"Vejam, eu enviarei o meu mensageiro, que preparará o caminho diante de mim. E então, de repente, o Senhor que vocês buscam virá para o seu templo; o mensageiro da aliança, aquele que vocês desejam, virá", diz o Senhor dos Exércitos.

Mas quem suportará o dia da sua vinda? Quem ficará de pé quando ele aparecer? Porque ele será como o fogo do ourives e como o sabão do lavandeiro. - Malaquias 3:1 e 2

Avivamento é, simplesmente, aquele momento quando Deus se manifesta diretamente no meio dos homens; quando Ele 'rasga os Ceús e desce' (Isaías 64:1). Wesley Duewel, no seu livro "O Fogo de Reavivamento" descreve o avivamento assim:

A presença e o poder de Deus operam de forma tão poderosa e intensa durante o reavivamento, que Ele realiza mais em horas ou dias do que em anos de ministério fiel onde não há reavivamento... Durante o reavivamento, as pessoas se movem em direção a Cristo, pessoas que não podem ser movidas de qualquer outra forma. Muitas orações que não foram respondidas durante anos são gloriosamente respondidas. A atmosfera freqüentamente fica cheia do poder majestoso de Deus. Os cristãos reconhecem isso com a presença santa de Deus. Os pecadores têm uma percepção reverente da presença de Deus e de sua própria pecaminosidade.
Deus pode revelar a Sua presença de maneiras inesperadas. Ocorrências surpreendentes podem acompanhar Sua obra profunda na alma. Pode haver uma tal sensação da presença e do poder divino que alguns indivíduos tremem. Outros podem chorar diante de Deus; alguns caem ao chão por se sentirem fisicamente enfraquecidos. Outros podem sentir-se quase irresistivelmente atraídos a comparecer aos cultos de reavivamento ou a reunirem-se antes de algum culto ser anunciado.

O resultado do verdadeiro avivamento sempre tem um impacto na sociedade. Historiadores como William Lecky disseram que o avivamento liderado pelo John Wesley no século dezoito ajudou a Inglaterra evitar uma revolução sangrenta como aquela que assolou a França. Muitos avivamentos, como aqueles no país de Gales em 1905, Zaire em 1976 e Pensacola - Florida (EUA) em 1995, causaram uma diminuição perceptível nos índices de criminalidade nas suas comunidades. Outros avivamentos, como o Exército da Salvação liderado pelo William Booth no século 19, contribuiram com avanços sociais como a abolição do trabalho infantil e a prostituição infantil da Inglaterra, e inspiraram outros pioneiros como o Dr Thomas Barnado que trabalhou com as crianças de rua de Londres, resolvendo completamente o problema durante a sua vida.

O seguinte foi escrito por Frank Bartleman, no dia 16 de novembro de 1905, apenas cinco meses antes do avivamento da Rua Azusa começar em Los Angeles, Califôrnia (EUA):

A correnteza do avivamento está passando pela nossa porta. Será que nós nos jogaremos no seu grande seio, sendo conduzidos para gloriosa vitória? Um ano de vida neste momento, com suas maravilhosas possibilidades para Deus, vale mais que cem anos de vida normal. O Pentecostes está batendo às nossas portas. O avivamento para nosso país não é mais uma dúvida. Vagarosa, mas seguramente, a maré tem subido e, no futuro bem próximo, haverá um dilúvio de salvações que arrasará tudo antes de nós. O país de Gales não ficará sozinho neste triunfo glorioso para nosso Cristo. O espírito de avivamento está chegando, dirigido pelo sopro de Deus, o Espírito Santo. As nuvens estão se juntando rapidamente, carregadas com uma poderosa chuva, cuja precipitação demorará apenas um pouco mais.
Heróis se levantarão da poeira da obscuridade e das circunstâncias desprezadas, cujos nomes serão escritos nas páginas eternas da fama Celestial. O Espírito está pairando novamente sobre a nossa terra, como no amanhecer da criação, e o decreto de Deus saía: "Haja luz". Irmão, irmã, se todos nós crermos em Deus, você entende o que aconteceria? Muitos de nós já não vivem para outro motivo. Um volume de oração de fé está subindo ao trono dia e noite. Los Angeles, o Sul da California, e o continente inteiro, certamente logo se acharão no meio de um poderoso avivamento pelo Espirito e pelo poder de Deus.
Mais uma vez o vento do avivamento está soprando ao redor do mundo. Quem está disposto a pagar o preço e responder ao chamado para que, em nosso tempo, nós possamos viver dias de visitação Divina?
 

"Avivamento é o Espírito Santo enchendo um corpo prestes a tornar-se um cadáver." - D M Panton

"Um avivamento espíritual sugere a idéia de que houve antes um declínio espiritual." - Charles Finney

Ouvi, SENHOR, a tua palavra, e temi; aviva, ó SENHOR, a tua obra no meio dos anos, no meio dos anos faze-a conhecida; na tua ira lembra-te da misericórdia. - Habacuque 3:2 JFA

A palavra 'avivamento' (ou 'reavivamento', como está traduzida no Inglês) significa a entrada de nova vida em um corpo que já está morrendo. Quando a igreja de Cristo no mundo pára de ser o verdadeiro sal e luz da sociedade, quando não vemos mais as verdadeiras obras de Jesus em nosso meio, quando a igreja parece ter muita fumaça mas pouco fogo, está na hora de pedir por um novo avivamento dos Céus.

Este hino-oração foi escrito pelo grande avivalista General William Booth, fundador do Exército da Salvação, e mostra o motivo porque nós precisamos tanto de um avivamento hoje:

Ó Cristo, chama que queima e que limpa
Envie o fogo
Seu dom comprado pelo sangue nós pedimos hoje
Envie o fogo
Olhe para baixo e veja esta multidão esperando
Dê-nos o prometido Espírito Santo
Queremos um novo Pentecostes
Envie o fogo
Deus de Elias ouça nosso clamor
Envie o fogo
Para fazer-nos aptos para viver ou morrer
Envie o fogo
Para queimar todo rastro do pecado
Para trazer a luz e a glória por dentro
A revolução começa agora
Envie o fogo
É o fogo que queremos, pelo fogo que clamamos
Envie o fogo
O fogo satisfará todas as nossas necessidades
Envie o fogo
Por forças para sempre fazer o que é certo
Por graça para conquistar na batalha
Por poder para andar no mundo vestidos de branco
Envie o fogo
Para tornar nossos fracos corações fortes e valentes
Envie o fogo
Para viver para salvar um mundo que está morrendo
Envie o fogo
Ve nos entregar no seu altar
As nossas vidas, nosso tudo, neste mesmo dia
Para coroar o sacrifício agora oramos
Envie o fogo
General William Booth - Thou Christ of Burning, Cleansing Flame

Nestes dias, quando o nome de Jesus está jogado no lixo por tele-evangelistas gananciosos, políticos "evangélicos" corruptos e uma igreja enfraquecida e irrelevante, Ele precisa "limpar seu nome". Ele precisa mostrar que Ele é quem a sua palavra diz que Ele é: o único e verdadeiro Deus, soberano e bondoso, todo-poderoso e misericordioso, completamente santo e completamente apaixonado por sua criação: a raça humana. Ele vai revelar de novo a sua verdadeira natureza através do avivamento, uma invasão Divina de nossa sociedade em nossos dias. E ele tem preparado uma geração, a sua geração, para ser o instrumento deste avivamento.

 

"Aquele que conseguisse levar os crentes a orar, seria quem, abaixo de Deus, produziria o maior avivamento que o mundo já viu." - Leonard Ravenhill - Por que tarda o pleno avivamento?

"O Espírito Santo não caiu sobre a Vineyard por que nós O merecíamos, mas sim, porque nós precisávamos dEle" - John Wimber

O avivamento parece ser, ao mesmo tempo, algo que nós buscamos através da oração, mas também algo que Deus derrama soberanamente, sem nenhum merecimento de nossa parte.

Deus age de acordo com seus propósitos, de acordo com seu relógio, mas Ele busca homens, mulheres, jovens e crianças para concordar com Ele na oração. Quando nós entendemos que Ele está querendo derramar uma grande manifestação da sua presença, do seu Espírito, nestes dias e sobre esta geração, devemos orar, como Jesus nos ensinou: "Venha o teu Reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu".

Mais uma vez, o avivamento está no ar. Agora resta a você e eu entendermos, aceitarmos e cooperarmos com aquilo que Deus quer fazer em nosso tempo, na sua geração.

Nestes dias, no fim dos tempos, tudo depende de você e dos que ainda estão vivos com você no clímax da história.
Você está em um ponto de ônibus escuro e solitário, esperando pelo ônibus que o levará ao seu destino. E um ônibus para ao seu lado. A porta abre, a luz acende, e o ônibus espera você subir a bordo.
Você olha para a frente do ônibus, para conferir se é o ônibus certo. Você lê na escuridão a placa iluminada em cima do pára-brisa, mas esta não ajuda muito. Apenas disse “FRETADO".
Você pensa em perguntar ao motorista se este é o ônibus certo. Afinal de contas, seria uma coisa vergonhosa, se não terrível, pegar o ônibus errado ou um que não está indo na direção certa.
Você não vê nenhum motorista.
A porta está aberta, o motor está ligado, mas você não vê o motorista.
Este é o meu ônibus?
Este é o que devo pegar?
Este é o ônibus certo?
Sim. Este é o ônibus certo. Este é seu ônibus, o pelo que você tem esperado. Não importa se você não sabe agora mesmo para onde vai. Somente é importante que você saiba que foi fretado para a viagem. Não é importante que você não possa ver o motorista. Acredite, o ônibus tem um Motorista, e Ele o levará para onde você deve ir.
Eu tenho medo.
E se for o ônibus errado?
E se eu o pegar e ele me levar a algum lugar aonde não quero ir?
Talvez eu deveria esperar pelo próximo ônibus.
Não há nenhum outro ônibus.
Este ônibus só passa uma vez em cada geração, e só pára uma vez, no lugar onde você está agora.
Nenhuma outra pessoa pode pegar este ônibus por você.
Pegue o ônibus.
Winkie Pratney - Fire on the Horizon
 

É bem verdade que pode haver muito tumulto sem avivamento. Mas, à luz do ensino bíblico e da história da igreja, não podemos ter avivamento sem tumulto. - Leonard Ravenhil - Por que tarda o pleno avivamento?

Contudo, não os achando, arrastaram Jasom e alguns outros irmãos para diante dos oficiais da cidade, gritando: "Esses homens, que têm causado alvoroço por todo o mundo, agora chegaram aqui" - Atos 17:6

Um avivamento é, acima de tudo, uma invasão Divina nos afazeres do homem. É comum o avivamento ser acompanhado por sinais sobrenaturais na terra e nos céus. Avivalistas como Charles Finney, George Whitfield e John Wesley tiveram pessoas caindo e tremendo no poder do Espírito Santo. No avivamento da Rua Azusa era comum ouvir anjos cantando junto com o povo. No avivamento atual em Moçambique, e em outros ministéros como o David Hogan no México e o Reinhard Bonke na África, mortos têm sido ressuscitados. Às vezes até sinais maravilhosos no céu tem acompanhado verdadeiros avivamentos.

O verdadeiro avivamento sempre vem acompanhado com alguma coisa que escandaliza a natureza humana e os preconceitos do dia. Os pregadores do Wesley foram desprezados por serem 'leigos'. Os evangelistas Dwight L. Moody e Smith Wigglesworth foram atacados por terem uma formação escolar precária. O avivamento da Rua Azusa foi criticado por causa da integração racial que o acompanhava, e por suas poderosas manifestações sobrenaturais, incluindo o dom de línguas e o caír no Espírito. O mover atual de Toronto, Brownsville e além, tem sido criticado por causa de algumas manifestações, incluindo o riso no Espírito Santo.

Eu creio que, bem como naquele dia em Jerusalém quase dois mil anos atrás, o Rei, que nasceu em uma manjedoura, sempre vem montado num burrinho:

"Digam à cidade de Sião:
'Eis que o seu rei vem a você,
humilde e montado num jumento,
num jumentinho,
cria de jumenta'"
- Mateus 21:5

Será que rejeitaremos o Rei, quando Ele vier, por causa do jumentinho no qual Ele está assentado?

Imaginemos a experiência do pentecostes se repetindo em uma igreja no próximo domingo. O pastor como Pedro, é revestido de poder. E, pela sua palavra, Ananias e sua esposa caem mortos no chão. Será que o crente moderno toleraria isso? E não para ali. Paulo determina que Elimas fique cego. Em nossos dias, isso implicaria na abertura de processo contra o pregador. E se alguns caissem no chão, sob o poder do Espirito Santo - o que acontece em quase todos os avivamentos - sem dúvida iriam difamar-nos. Não seria demais para a nossa sensibilidade?
- Leonard Ravenhill - Por que tarda o pleno avivamento?

No Antigo Testamento nós temos a história do profeta Elias enfrentando a nação de Israel, seu rei Acabe e o seu deus falso, Baal, no Monte Carmelo. Esse evento é exemplo de um forte avivamento que, num só dia, levou uma nação desviada a voltar para Deus.

Acabe convocou então todo o Israel e reuniu os profetas no monte Carmelo. Elias dirigiu-se ao povo e disse: "Até quando vocês vão oscilar para um lado e para o outro? Se o SENHOR é Deus, sigam-no; mas, se Baal é Deus, sigam-no".
O povo, porém, nada respondeu.
Disse então Elias: "Eu sou o único que restou dos profetas dos SENHOR, mas Baal tem quatrocentros e cinqüenta profetas. Tragam dois novilhos. Escolham eles um, cortem-no em pedaços e o ponham sobre a lenha, mas não acendam fogo. Eu prepararei o outro novilho e o colocarei sobre a lenha, e também não acenderei fogo nela. Então vocês invocarão o nome de seu deus, e eu invocarei o nome do SENHOR. O deus que responder por meio do fogo, esse é Deus".
Então todo o povo disse: "O que você disse é bom".
Elias disse aos profetas de Baal: "Escolham um dos novilhos e preparem-no primeiro, visto que vocês são tantos. Clamem pelo nome do seu deus, mas não acendam o fogo." Então pegaram o novilho que lhes foi dado e prepararam. E clamaram pelo nome de Baal desde a manhã até o meio-dia. "O Baal, responde-nos", gritavam. E dançavam em volta do altar que haviam feito. Mas não houve nenhuma resposta: ninguém respondeu.
Ao meio-dia Elias começou a zombar deles. "Gritem mais alto!" dizia, "já que ele é um deus. Quem sabe está meditando, ou ocupado, ou viajando. Talvez esteja dormindo e precise ser despertado".
Então passaram a gritar ainda mais alto e ferir-se com espadas e lanças, de acordo com o costume deles, até sangrarem. Passou o meio-dia, e eles continuavam profetizando e em transe até a hora do sacrifício da tarde. Mas não houve resposta alguma; ninguém respondeu, ninguém deu atenção.
Então Elias disse a todo o povo: "Aproximem-se de mim". O povo aproximou-se, e Elias preparou o altar do SENHOR que estava em ruínas. Depois apanhou doze pedras, uma para cada tribo dos descendentes de Jacó, a quem a palavra do SENHOR tinha sido dirigida, dizendo-lhe: "Seu nome será Israel". Com as pedras construiu um altar em honra ao nome do SENHOR e cavou ao redor do altar uma valeta no qual poderiam ser semeadas duas medidas de sementes. Depois arrumou a lenha, cortou o novilho em pedaços e o pôs sobre a lenha.
Então lhes disse: "Encham de água quatro jarras grandes e derramem-na sobre o holocausto e sobre a lenha".
"Façam-no novamente", disse, e eles o fizeram de novo.
"Façam-no pela terceira vez", ordenou, eles o fizeram pela terceira vez. A água escorria do altar, chegando a encher a valeta.
À hora do sacrifício, o profeta Elias colocou-se à frente do altar e orou: "Ó SENHOR, Deus de Abraão, de Isaque e de Israel, que hoje fique conhecido que tu és Deus em Israel e que sou o teu servo e que fiz todas estas coisas por ordem tua. Responde-me, ó SENHOR, responde-me, para que este povo saiba que tu, ó SENHOR, és Deus, e que fazes o coração deles voltar para ti".
Então o fogo do SENHOR caiu e queimou completamente o holocausto, a lenha, as pedras e o chão, a também secou totalmente a água na valeta.
Quando o povo viu isso, todos caíram prostrados e gritaram: "O SENHOR é Deus! O SENHOR é Deus!"

- 1 Reis 18:20 – 39

O Dia de Pentecoste é um exemplo de avivamento alcançando uma cidade no Novo Testamento. Além de ser um evento escatalógico1, a primeira vez nas escrituras que a frase "os últimos dias" foi utilizada no sentido do presente, quando Pedro explicou que "isto é o que foi predito pelo profeta Joel: nos últimos dias, diz Deus, derramarei do meu Espírito"2, os acontecimentos deste dia também marcaram um grande avivamento que abalou a cidade de Jerusalém.

Então eles voltaram para Jerusalém, vindo do monte chamado das Oliveiras, que fica perto da cidade, cerca de um quilômetro. Quando chegaram, subiram ao aposento onde estavam hospedados. Achavam-se presentes Pedro, João, Tiago e André; Filipe, Tomé, Bartolomeu e Mateus; Tiago, filho de Alfeu, Simão, o zelote, e Judas, filho de Tiago. Todos eles se reuniam sempre em oração, com as mulheres, inclusive Maria, a mãe de Jesus, e com os irmãos dele.
Chegando o dia de Pentecoste3, estavam todos reunidos num só lugar. De repente veio do céu um som, como de um vento muito forte, e encheu toda a casa na qual estavam assentados. E viram o que parecia línguas de fogo, que se separaram e pousaram sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar noutras línguas, conforme o Espírito os capicitava.
Havia em Jerusalém judeus, tementes a Deus, vindos de todas as nações do mundo. Ouvindo-se o som, ajuntou-se uma multidão que ficou perplexa, pois cada um os ouvia falar em sua própria língua. Atônitos e maravilhados, eles perguntavam: "Acaso não são galileus todos estes homens que estão falando? Então, como os ouvimos, cada um de nós, em nossa própria língua materna? Partos, medos e elamitas; habitantes da Mesopatâmia, Judéia e Capadôcia, do Ponto e da província de Ásia, Frígia e Panfília, Egito e das partes da Líbia próximas a Cirene; visitantes vindos de Roma, tanto judeus como convertidos ao judaísmo; cretenses e árabes. Nós os ouvimos declarar as maravilhas de Deus em nossa própria língua!" Atônitos e perplexos, todos perguntavam uns aos outros: "Que significa isto?"
Alguns, todavia, zombavam deles e diziam: "Eles beberam vinho demais".
Então Pedro levantou-se com os Onze e, em alta voz, dirigiu-se à multidão: "Homens da Judéia e todos os que vivem em Jerusalém, deixem-me explicar-lhes isto! Ouçam com atenção; estes homens não estão bêbados, como vocês supôem. Ainda são nove horas de manhã! Ao contrário, isto é o que foi predito pelo profeta Joel: “Nos últimos dias, diz Deus, derramarei do meu Espírito sobre todos os povos. Os seus filhos e as suas filhas profetizarão, os jovens terão visões, os velhos terão sonhos. Sobre os meus servos e as minhas servas derramarei do meu Espírito naqueles dias, e eles profetizarão..."
"Portanto, que todo o Israel fique certo disto: Este Jesus, a quem vocês crucificaram, Deus o fez Senhor e Cristo".
Quando ouviram isso, ficaram aflitos em seu coração, e perguntaram a Pedro e aos outros apóstolos: "Irmãos, que faremos?"
Pedro respondeu: "Arrependam-se, e cada um de vocês seja batizado em nome de Jesus Cristo para perdão dos seus pecados, e receberão o dom do Espírito Santo. Pois a promessa é para vocês, para os seus filhos e para todos os que estão longe, para todos quantos o Senhor, o nosso Deus, chamar".
Com muitas outras palavras os advertia e insistia com eles: "Salvem-se desta geração corrompida!" Os que aceitaram a mensagem foram batizados, e naquele dia houve um acréscimo de cerca de três mil pessoas.

- Atos 1: 12 – 14, 2:1-18, 36-41

O avivamento que começou no dia de Pentecoste continuou e teve um impacto em toda a cidade de Jerusálem4.

Vamos resumir algumas similiaridades entre estes dois avivamentos:

  • Elias era um homem de oração (1 Reis 18: 36, 42; Tiago 5:17); a igreja primitiva era um povo de oração (Atos 1:14).
  • Elias obedeceu a palavra do SENHOR de enfrentar Acabe (1 Reis 18:1-2), a igreja primitiva obedeceu a palavra do Senhor Jesus de esperar em Jerusalém (Atos 1:4).
  • Elias não teve um "plano B", para ele era "ou confiar em Deus ou morrer" (1 Reis 18:4). A igreja primitiva não tinha outra alternativa a não ser receber a "promessa do Pai" (Atos 1:13-14, 2:1).
  • No Monte Carmelo, o poder de Deus manifestou-se numa forma sobre-natural que convenceu a multidão da realidade de Sua existência e poder (1 Reis 18:39-39). No dia de Pentecoste, as manifestações sobrenaturais do Espírito de Deus chamaram a atenção da multidão (Atos 2:6, 12).
  • Elias pregou uma mensagem de arrependimento ao povo (1 Reis 19:21), bem como o apóstolo Pedro (Atos 2:38).
  • Houve mudança imediata e radical no clima espiritual da nação de Israel (1 Reis 18:40) e da cidade de Jerusalém (Atos 2:47).
  • O avivamento do Monte Carmelo acabou com a seca sobre a nação de Israel que foi um julgamento de Deus (1 Reis 17:1, 18:45). Eu acho provável que o avivamento do dia de Pentecoste adiou por quarenta anos, uma geração, a destruição da cidade de Jerusalém profetizada pelo Senhor Jesus (Mateus 23:37-38, 24:1-2, Lucas 23:28-30), que aconteceu em AD 70.

Eu creio que o verdadeiro avivamento terá todas estas características: a oração, a obediência, o compromisso, manifestações sobrenaturais, o arrependimento, uma mudança nítida no clima espiritual da área do avivamento, e, como consequência do avivamento, o adiamento ou cancelamento dos juizos de Deus sobre a nação, região ou povo.


1. Escatológia: Doutrina do destino último do homem (morte — ressurreição — juízo final) e do mundo (estado futuro) - Dicionário Michaelis
2. Atos 2:16
3. A festa de Pentecoste (cinquenta), de Semanas, ou das Primícias, 50 dias depois da Páscoa (Deuterônimo 16:9-12, Êxodo 23:16, Números 28:26-31, Levítico 23:10-11, 15-17), possívelmente domingo, 28 de maio de AD 30
4. Atos 2:47, 5:12-16

Jonathan Edwards

Jonathan Edwards (5 de outubro de 1703 - 22 de março de 1758) foi um ministro congregacional, teólogo calvinista e é considerado um dos maiores filósofos norte-americanos.

 

Infância e Juventude

Jonathan Edwards, nasceu em East Windsor, Connecticut, EUA, sendo seu pai um ministro do evangelho que militou na Igreja Congregacional. Criado em um lar evangélico, isto o estimulou sobremaneira desde o início de sua vida a um grande fervor espiritual, tendo já desde a meninice grande preocupação com a obra de Deus e com a salvação de almas.

Ele começou a estudar o latim aos seis anos de idade e aos 13 já era fluente também em grego e hebraico. Com 10 anos, escreveu um ensaio sobre a imortalidade da alma e aos 12, escreveu um excelente texto sobre aranhas voadoras. Em 1720 obteve o bacharelado no Colégio de Yale,de fundação dos Congregacionais em New Haven, iniciando em seguida os seus estudos teológicos nesta mesma instituição, obtendo o mestrado em 1722. Em seguida, assumiu uma cadeira de professor assistente em Yale, cargo que ocupou por dois anos.

Ministério

Após ser professor em Yale, sentiu o chamado para o ministério e pastoreou uma Igreja Presbiteriana em Nova York em 1722 (por um período de oito meses), em 1726, então aos 23 anos, assumiu o posto de segundo pastor na Igreja Congregacional de Northampton, Massachussetts; igreja esta que era pastoreada por seu avô Solomon Stoddard (1643-1729), e a segunda maior da região, com mais de seiscentos membros, o que era praticamente toda a população adulta daquela localidade.

Em julho de 1727 casou-se com Sarah Pierrepont, filha de James Pierrepont, pastor da Igreja de New Haven, e bisneta do primeiro prefeito de Nova York, com quem teve 11 filhos, sendo que um deles foi pai do vice-presidente Aaron Burr.

Em 1729 com a morte do seu avô, Jonathan se tornou o pastor titular da Igreja Congregacional de Northampton, na qual cinco anos depois ocorreria um grande avivamento, entre 1734-35, chamado de O Grande Despertamento, que se iniciou entre os presbiterianos e luteranos na Pensilvânia e em Nova Jersey, e que teve seu apogeu por volta do ano de 1740, através do trabalho de George Whitefield. Foi nessa cidade que pregou seu sermão mais famoso: Pecadores nas Mãos de um Deus Irado.

Jonathan Edwards
Jonathan Edwards

Em 1750, depois de pastorear a Igreja Congregacional de Northampton por 23 anos, Jonathan Edwards foi despedido pela Igreja por ser contrário à prática de se servir a Ceia do Senhor a pessoas não convertidas, pratica instituída por seu avô, e que era do gosto da Igreja. Em seu sermão de despedida disse:

Portanto, quero exortá-los sinceramente, para o seu próprio bem futuro, que tomem cuidado daqui em diante com o espírito contencioso. Se querem ver dias felizes, busquem a paz e empenhem-se por alcançá-la (I Pedro 3:10-11). Que a recente contenda sobre os termos da comunhão cristã, tendo sido a maior, seja também a última. Agora que lhes prego meu sermão de despedida, eu gostaria de dizer-lhes como o apóstolo Paulo disse aos coríntios em II Coríntios 13.11: "Quanto ao mais, irmãos, regozijai-vos, sede perfeitos, sede consolados, sede de um mesmo parecer, vivei em paz; e o Deus de amor e de paz será convosco." 1

Final da vida

Em 1751, ele foi para Stockbridge, na colônia de Massachussetts, onde foi pastor dos colonos e missionário entre os índios. Ali ele escreveu A Liberdade da Vontade, sua principal obra filosófica. Em 1757, foi convidado a ser o presidente do Colégio de Nova Jersey, que viria posteriormente a ser a hoje conhecida Universidade de Princeton.

Em 22 de março de 1758, um mês após ter tomado posse como presidente do Colégio, Jonathan Edwards morreu devido a complicações resultantes de uma vacina contra varíola.

11月20日

6º Reflexão Missionária: A obra missionária na igreja local

6º REFLEXÃO MISSIONÁRIA

 

“A OBRA MISSIONÁRIA NA IGREJA LOCAL”

 

A quem pertence a sua vida?, há muitas divergências com relação à resposta dessa pergunta, há muitas correntes de pensamentos com relação a esse assunto, mas, em meio a isso tudo, qual é o conceito mais exato sobre esse tema? Qual é a resposta mais coerente?

Bem, há dois pólos que se opõem um ao outro, e são eles: “O conceito filosófico do EU” e, “O postulado da ÉTICA”.

ü         O quê que diz “O conceito filosófico do EU”?

“A expressão que melhor define esse conceito é uma espécie de vício de linguagem, um provérbio popular que diz assim:“quem manda no meu nariz sou eu!” ou seja, eu governo a minha vida, eu sou a autoridade máxima do meu mundo!”

ü         O quê que diz “O postulado da ÉTICA”.?

“A ética diz que, o homem é obrigado a viver tomando decisões, mas isso não quer dizer que o homem é obrigado a "dominar" sua vida”.

Daí subentende-se que O POSTULADO DA ÉTICA indica que deve haver no controle da vida de cada ser humano, um ser supremo, um ser absolutamente inefável, capaz de controlar com perfeição todos os campos da vida do homem.

Aprofundando mais esse assunto, poderíamos observar minuciosamente o “POSTULADO DA LEI DA BIOGENESE”

E, o quê que diz o postulado da lei da biogênese?

O postulado da lei da biogênese diz que: VIDA, SOMENTE VIDA, PODE PRODUZIR VIDA”.

Os irmãos sabem que, “o mundo espiritual domina sobre o mundo físico”, partindo desse pressuposto podemos afirma que “todas as leis físicas são reflexos das leis espirituais”

Trazendo essa linha de raciocínio pro contexto espiritual, o postulado espiritual dessa lei é: SÓ UM DEUS VIVO, PODE PRODUZIR CRIATURAS VIVAS”

 

Você deve estar  se perguntando o quê que isso tem haver com missões?

ü           Simplesmente tudo !!!

ü           Lembre-se do exemplo de Nicodemos, um mestre dos judeus, que poderia muito bem se achar no direito de controlar a sua própria vida, mas, Jesus deixou muito claro que todo homem tem que nascer de novo pra herdar a vida eterna, aí Nicodemos (que deveria ter uns 40 anos) um homem muito bem instruído, um homem que deveria ter uma “certa graduação”, simplesmente não entendeu o sentido espiritual de nascer de novo, aí ele pergunta pra Jesus: “como eu já sendo velho posso nascer de novo? Por ventura voltaria eu ao ventre de minha mãe?”.

ü           Será se você já entendeu o sentido de nascer de novo? Será se você já nasceu de novo?

ü           Será se você está enquadrado em 1Co 5:17? “aquele que está em Cristo NOVA CRIATURA É, as coisas velhas passaram, e eis que tudo se fez novo”

ü           Será se você recebeu essa nova vida? Ou só está vivendo um “cristianismo” farisaico?

ü           Porque muitos se dizem “cristãos”, muitos dizem ter essa VIDA NOVA, mas, na realidade vivem uma vida cristã de capa.

ü           Esse tipo de pessoa é aquele camarada que, na frente do pastor, ou do lider de mocidade, ou quando está com um microfone, ou em cima do púlpito, nessas ocasiões é uma benção, louva, prega, ora, ministra e pro culto está completo só falta tirar a oferta, nessas ocasiões essa pessoa sabe muito bem o que deve fazer, mas basta descer do púlpito, ou sair da frente do pastor pra essa pessoa se transformar

ü           Da mesma forma esse tipo de pessoas age com relação à obra de Deus (Missões), falam sobre missões, pregam sobre missões, estudam sobre missões, e até exortam sobre missões, mas, o principal esquecem, não fazem missões.

ü           É aquela história irmãos, o camarada nada o oceano todinho, e morre na praia.

ü           Diz ter a vida eterna, mas, não pregam a vida eterna que tem.

ü           Dizem ter Jesus, mas não entregam o controle da sua vida a Jesus.

ü           Dizem ser de Jesus, mas, não deixam Jesus governar a sua vida.

 

 

REFLITA SOBRE ISSO IRMÃO:

A QUEM PERTENCE A SUA VIDA?

QUEM GOVERNA A SUA VIDA?

LEIA O CAPITULO 3 E 4 DE JOÃO!!!

 

Um abraço missionário!!!

5º Reflexão Missionária: A Obra Missionária na Igreja Local

 

5º REFLEXÃO MISSIONÁRIA

 

                      “A OBRA MISSIONÁRIA NA IGREJA LOCAL”

 

Você deve estar se perguntando agora, o quê que a expressão “Casa de Ferreiro, Espeto de Pau” tem haver com missões?

ü      Simplesmente, tudo!!!

ü      Porque, quantas vezes não nos pegamos dizendo: “não faça isso!, não é assim!, porque isso?, porque aquilo?” sem se dar conta de que muitas vezes falamos e não fazemos, pregamos e não vivemos.

ü      É irmãos, nessa Freud tem razão: “nós sempre tentamos passar pros outros as nossas decisões”, ou seja, pedindo que, os outros façam, o que muitas vezes não temos coragem de fazer!!!

ü      É muito fácil falar, mas poucos se dispõem a fazer, parece-me que o lema, o slogan, disso tudo é: “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço (ou melhor, faça o que eu deveria fazer)”.

Nós poderíamos terminar a reflexão missionária aqui, más... ficariam, como diz a expressão “pulgas atrás da orelha”, porém se assim o fizéssemos, estaríamos pecando ao negligenciar, ao ocultar, verdade bíblica.

Porque Deus, nunca ocultou, ou escondeu, os seus propósitos e os seus motivos, pelo contrário Deus sempre deixou tudo muito claro, Deus sempre abriu o jogo com o homem, por que Deus poderia muito bem, ter ocultado que Judas Iscariotes a quem o Senhor lhe confiou um elevado cargo entre os discípulos, o traiu (Judas era o tesoureiro)!!!, ele poderia muito bem ter escondido que Davi “um homem segundo o coração de Deus” adulterou e cometeu um homicídio, mas não, ta lá na bíblia pra quem quiser ver, Judas traiu Jesus e Davi adulterou e matou. Porque até Davi que era “segundo o coração de Deus” falou e não cumpriu, no Sl 119:32 Davi diz: “percorro o caminho dos teus mandamentos...” (note que Davi fala no imperativo, que anda segundo os mandamentos de Deus), contudo Davi transgrediu dois mandamentos, em Ex 20:13 e 14, a bíblia diz “não matarás e não cometeras adultério”! (e com certeza por isso a bíblia diz em Ec 5:2 “não te precipites em pronunciar palavra alguma diante do teu Deus”).

 

Aprofundando mais esse assunto, poderíamos atentar para o que a física diz:

o postulado da LEI DA CAUSA E EFEITO diz:

“nenhum efeito, é quantitativamente maior ou qualitativamente superior a sua causa”

ü      Talvez você esteja se perguntando novamente, o quê que a física tem haver com missões?

ü      Absolutamente e indiscutivelmente tudo!!!, por que nós veremos no decorrer dessa serie de reflexões que até a natureza e as leis físicas nos evidenciam, de uma maneira expositiva  e abrangente qual o propósito de Deus correlação “ao povo que se chama pelo seu nome”

ü      Mas, que propósito seria esse?..., antes de falarmos sobre esse propósito, é interessante que se compreenda que, a lei da causa e efeito, está enquadrada no rol das 4 leis mais exatas que existem! (e são elas: A LEI DA BIOGENESE, AS LEIS DA TERMODINAMICA, AS LEIS DE NEWTON e A LEI DA CAUSA E EFEITO.)

ü      O propósito de Deus com relação a você, esta estritamente ligado ao postulado da LEI DA CAUSA E EFEITO; e o quê que diz esse postulado no sentido físico e espiritual?

 

o       NO SENTIDO FISICO:

§        É mais coerente afirmar que o objetivo é sempre maior que a conseqüência!!!

§        Poderíamos explicar melhor usando uma linguagem figurativa: num termo mais claro o objetivo (O Criador) é sempre maior que a conseqüência (A criatura), ou seja, O senhor é sempre maior que o servo!!!

 

o       NO SENTIDO ESPIRITUAL:

§  Existem dois provérbios populares que diz que: “O COSTUME DE CASA VAI A PRAÇA”, e:  “SE VOCÊ NÃO É UM BOM FILHO, NUNCA SERÁ UM BOM PAI”

§  Trazendo isso pro contexto missionário poderíamos afirmar com toda convicção que:

1º.         Se você não faz missões na sua congregação, no seu bairro, na sua escola, na sua faculdade, e na sua própria casa, então nunca fará em outro país...

2º.         Se você não é um missionário na sua congregação, então também nunca será em outro continente... e as almas que Jesus confiou a ti se perderão e então Jesus requererá das tuas mãos o sangue delas.

 

Eu fico imaginando irmãos se, CHARLES FINEY, JOHN WESLEY, CHARLES WESLEY, GEORGE WHITIFIELD, FLÉTHERS, D. L. MOODY, JOHN HUSS, WILLIAM CAREY, BILLY GRAHAN, GERONIMO SAVANAROLA, LUTERO, GUNAR VINGREN, DANIEL BERG, e tantos outros, fossem como nós somos hoje, falamos e não cumprimos, cobramos e não queremos ser cobrados.

É irmãos realmente temos que admitir: “em casa de ferreiro o espeto é de pau”, nós evangélicos do Brasil, que nascemos sob missões, que fomos erguidos no contexto de missões, e que por isso somos hoje considerados o maior movimentos pentecostal do mundo, fazemos tão pouca caso de missões, deixamos a essência da igreja em ultimo caso.

Realmente irmãos temos que admitir que: “falar é fácil, mais muitas vezes não fazemos o que falamos”, falar sobre missões é muito fácil!!!, (É só comprar um livro, ou buscar informações na internet, ou adquirir estudos etc...), é muito fácil pregar sobre missões, mas será se vivemos o que pregamos?, será se realmente fazemos missões?

Reflita sobre isso irmão!!!

QUAL O SIGNIFICADO DE MISSÕES NA SUA VIDA?

OU O QUE É MISSOES PRA VOCÊ?

 

 

Um abraço missionário!!!

4º Reflexão Missionária: O que é missões?

4º REFLEXÃO MISSIONÁRIA

 

 

Qual é a Missão da Igreja

 

 

ü          Quando pensamos porque a igreja existe, logo nos vem ao pensamento a palavra de Pedro: "a fim de proclamardes as virtudes daquele que nos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz" (1 Pe. 2.9).

ü          A primeira frase diz o propósito de Deus para nós. Nos diz o que Deus realmente requer da sua IGREJA

ü          Pedro inspirado pelo Espírito Santo, usa enfaticamente o termo: "Afim de", que significa: finalidade, objetivo, razão de existir.

ü          Alguém perguntaria "porque Deus nos salva e logo nos envia a testemunhar aos outros?"

ü          A Bíblia diz que Ele nos salvou para sermos uma nação santa, povo de propriedade exclusiva Dele, ou seja, ministros, embaixadores (representantes) do Reino de Deus e nos envia para alcançar os outros.

ü          Ele os ama e quer chamá-los também para o seu Reino.

ü          E nós - e não os anjos - temos o privilégio de sermos "mensageiros de Deus", representantes do Reino (nação) celestial.

ü          Expressão do Amor de Deus.

 

1) - Missões é expressão do amor de Deus.

A essência de Deus é amor.

O maior ato de amor é dar a sua vida pelo outro.

O amor move os nossos corações pelos outros para ajudá-los, através de atos concretos e interesses genuínos, a compreender o amor de Deus.

 

2) - A fé opera pelo amor (Gal 5.6). “Pois em Cristo Jesus nem circuncisão nem a incircuncisão tem valor algum. O que importa é a fé que opera pelo amor”

Essa afirmação das Escrituras explica o principio ativo (eficaz) de missões. Quando amamos de verdade algo misterioso é comunicado ao coração do outro e aí então acontece a conversão, vontade de servir, de imitar a fé do outro, de viver para Cristo.

A fé meramente intelectual é fria, não gera vidas transformadas, apenas convence a mente. Não muda radicalmente o coração.

A tendência é tornar-se morta. Ser reformado é bom, mas ser transformado é melhor, ser calvinista é correto, mas amar o próximo agrada mais a Deus.

 

3) - Missões não é estratégia. É relacionamento amoroso.

Muitos lêem livros sobre evangelismo, métodos e técnicas mas são pouco eficazes na evangelização.

Outros nunca leram um só livro sobre o assunto mas são frutíferos porque os seus corações estão cheios de amor fraternal e prontos a suprir certas necessidades.

O que está no coração transborda para o outro.

Amor é o melhor método evangelístico.

Relacionamento Amoroso é uma arma poderosa, porque se você não consegui ganhar a confiança de alguém, como você poderá ganhar a alma de um irmão?

O amor é mais forte que o poder das trevas.

 

4) - Missões não é programa. E nem estilo de vida.

Não estamos falando de missões porque recentemente tivemos um mês dedicado a isso.

Queremos viver missões. Para isso, precisamos pedir a Deus um coração e uma mente missionária para imitar o que Paulo viveu: "Porque sendo livre de todos, fiz-me escravo de todos a fim de ganhar o maior número possível... fiz-me tudo para todos, com o fim de, por todos os modos, salvar alguns. Tudo eu faço por causa do evangelho, com o fim de me tornar cooperador com ele". (1 Co. 9.19,22-23) É isso que Jesus espera de nós, viver para Ele.

Paulo viveu missões na prática; ele não era somente um pregador de púlpitos, dói irmãos quando vemos o pouca caso da maioria dos que se dizem “cristãos”; encher o peito e dizer: “eu não vou mais me congregar aqui nessa igreja, o pastor não me dá oportunidade no domingo, não me deixam pregar no púlpito!”

Meu irmão o maior púlpito é a rua em que você mora, o seu colégio, o local onde você trabalha, enfim o maior púlpito é aquele mendigo que você passa todo dia por ele e nunca o evangelizou!!! O maior pregador não é aquele que prega em púlpitos e sim aquele que prega pra quem realmente necessita!!! (a bíblia diz em Lc 15:10 que: “há mais alegria no céu por um pecador que se arrepende, do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento)”.

 

5) - Missões é para manifestar a Glória de Deus.

Não estamos buscando adeptos para a nossa religião.

Não estamos querendo ser a maior e a mais importante igreja da cidade, nem estamos a procura de poder ou prestígio.

Queremos obedecer a Palavra de Deus: "Portanto quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus, não vos torneis causa de tropeço nem para os judeus nem para os gentios, nem tampouco para a igreja de Deus" (1 Co. 10.31-32).

Missões é a razão de existirmos, de vivermos em Cristo.

Conclusão Quando amamos uns aos outros, isso transborda para o mundo perdido.

Se amarmos os perdidos, eles "sentirão" o amor de Deus e virão a Cristo.

Precisamos ter a doutrina correta e o coração sensível ao mundo perdido.

Quem não está se esforçando para ganhar outros, estão desobedecendo ao Senhor.

Faça de seu trabalho, estudo, lazer, uma ponte evangelística. A alegria de Deus é receber um pecador que se arrepende. O inferno ferve. E o nome e a glória de Deus são manifestados.

Para viver um estilo de vida missionária é preciso limpar o coração constantemente.

Arrependa-se de seu coração frio, sua falta de interesse e vá aos pés do Salvador como Raquel.

Vamos fazer missões, vamos amar o próximo, vamos frutificar.Quem não frutifica, não permanece na videira. "Todo ramo que, estando em mim, não der fruto, ele o corta; e todo que dá fruto, limpa, para que produza mais fruto ainda" (Jo. 15.2).

Limpe o seu coração através da confissão. Deixe o pecado. O Senhor o fará frutífero. Ele é bom e sua misericórdia dura para sempre.

 

 

Um abraço missionário!!!

3º reflexão missionária: o que é missões?

3º reflexão missionária

o que é missões?

O dicionário da língua portuguesa define missões por:

 

                                                                             DEVER OU OBRIGAÇÃO

 

 

I.                   O que é dever?

O mesmo dicionário define DEVER por:

A.            TER OBRIGAÇÃO DE; (Nota-se que esta frase está no imperativo, daí subentende-se que é uma ordem expressa, é uma obrigação no mais literal da palavra)

 

B.            ESTAR NA OBRIGAÇÃO DE PAGAR; (Irmãos nós temos a firme certeza, de que, o que Cristo fez por nós na cruz do calvário, é tão inefável, tão imensurável, tão imarcescível, que em 1Pe 1:18-20 a Bíblia diz que: “sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata e ouro, que foste resgatado da vossa vã maneira de viver, a qual por tradição recebeste de vossos pais, mas com o precioso sangue de cristo, como de cordeiro sem defeito e sem mancha, o qual na verdade, foi conhecido desde a fundação do mundo, mas manifesto nestes últimos dias por amor de vós”, e por isso nada do que fizermos será comparável ao que Cristo fez por nós);

irmãos, isso é tão profundo, que Pedro chega a citar a expressão: “precioso sangue de Cristo” e com certeza por isso em 1Co 6:20 a Bíblia diz que: “vós foste comprados por bom preço”.

Ora irmãos, nem se ganhássemos todas as almas do mundo, poderíamos comparar ao que Cristo fez por nós, agora imagine, se ficarmos sentados  no conjunto de mocidade, ou no conjunto de senhoras, ou no ministério, querendo fazer chantagem com Deus? Por que tem muita gente hoje querendo fazer chantagem com Deus! E ainda diz assim: “eu só vou fazer a obra, se o pastor me der um cargo, ou me chamar pra ser obreiro.” Talvez você não receba cargo nunca, e desse jeito não vai ser obreiro nunca, mais mesmo assim Deus te quer numa obra poderosa meu irmão;

Nesses casos eu me pergunto:

·        De que jeito nos apresentaremos a Deus?

·        O que diremos quando Deus nos perguntar: Onde estão as tuas obras?

·        Porque não fostes quando te enviei?

·        Ou Porque não evangelizastes quando te mandei?

 

C.            Essa questão é tão profunda irmãos, que o dicionário chega a afirmar que é uma OBRIGAÇÃO MORAL.

·        Obrigação nesse sentido, é melhor definido por: Preceito, que por sua vez é melhor definido por: Ensinamento.

·        Moral é o conjunto de regras de conduta julgados válidos de um modo absoluto;

Pode-se dizer então que MISSÔES é a palavra chave da ÈTICA de cada cristão verdadeiro, por isso não exageramos de forma alguma, quando afirmamos com toda a convicção que MISSÕES É A COLUNA VERTEBRAL DA IGREJA.

 

II.                Qual o principal dever da igreja?

Talvez alguém pense que o principal dever da igreja é:        

·        fazer um congresso;

·        ou assistir todas as quintas-feiras um culto de doutrina, ou  todos os domingos um culto publico;

·        Talvez alguém pense que o principal dever da igreja é: estar na Escola Dominical todos os domingos;

·        ou visitar as outras congregações;

·        ainda que a pergunta fosse: quais os principais deveres da igreja? Penso que mesmo assim, nenhum desses itens estaria incluso.

 

A.           Mais de fato qual o principal dever da igreja?

Para respondermos essa pergunta é interessante atentarmos para a biologia;

O quê que diz a Biologia?

A biologia diz que: “o corpo só executa a vontade do cérebro

Em Ef 1:22-23 na linguagem figurativa da Bíblia, o corpo é a igreja e a cabeça (cérebro) é Cristo, daí subentende-se que nós como igreja, devemos executar a vontade de Cristo;

E qual é à vontade de Cristo?

·        Em Jo 4:34 Jesus afirmou que veio para fazer a vontade daquele que o enviou (ou seja, DEUS).

E qual é à vontade de Deus?

·        Em 1Tm 2:4  a bíblia nos revela que “à vontade de Deus é que todos os homens se salvem e venham ao conhecimento da verdade”

Partindo desse pressuposto subentende-se que o principal dever da igreja é proporcionar a todos os homens a salvação e a vida eterna por meio de JESUS CRISTO.

 

·        Se o nosso dever é pregar a todos os homens, então porque muitas vezes fugimos dessa tão grande responsabilidade?

 

·        Você se considera um verdadeiro Cristão? Se você se classifica um verdadeiro Cristão, então eu devo presumir que você tem se esforçado como o seu Mestre (que é JESUS)  se esforçou para pregar a salvação a todos os homens;

 

·        Irmãos é hora de despertarmos e sabermos que o mundo esta clamando por salvação, e seria um egoísmo muito grande, sabermos desse conhecimento e não levarmos a quem preciosa;

 

·         Irmãos vamos nos unir em prol da evangelização mundial!!!

 

Um abraço missionário!!!

Helton Jorge

Assembléia de Deus em Mondubim

Ministério Fortaleza

 

2º reflexão Missionária: O que é Missões?

2º reflexão missionária

 

o que é missoes?

O dicionário da língua portuguesa define missões por:

                                                                           COMISSÃO DIPLOMÁTICA

 

 

O que é comissão?

É um encargo, ou seja, uma responsabilidade;

 

O que é diplomática?

Diplomática é derivada de diplomacia, que significa: ciência das relações exteriores;

 

O agente dessas relações, o pivô dessas representações é o diplomata.

O que é um diplomata?

Pelo mesmo contexto que nós vimos, diplomata é o agente que conduz, que rege essas negociações;

 

Partindo desse pressuposto e analisando as páginas proféticas e analíticas da Palavra de Deus, concluímos que a bíblia é o maior manual de diplomacia que existe, porque de Gênesis a Apocalipse em absolutamente todos os momentos a bíblia é clara em exorta cada cristão a ser um diplomata do SENHOR JESUS; um agente a serviço do REI JESUS, proclamando o evangelho (nos, e) além dos horizontes.

 

Mais para que haja diplomatas, é necessário haver também 4 elementos essências, indispensáveis, e são eles:

1.      O CHAMADO DA AUTORIDADE MAXIMA DO PAÍS

2.      MATERIAL HUMANO

3.      CAPACITAÇÃO

4.      VERBA PRA SUSTENTAR O DIPLOMATA EM OUTRO PAÍS

Nós cremos irmãos que:

1.      CHAMADO DA AUTORIDADE MAXIMA (QUE É DEUS) NUNCA FOI, E NEM SERÁ UM PROBLEMA.

Ao contrario em ISAÍAS 6:8 esta escrito: “DEPOIS DISTO, OUVÍ A VOZ DO SENHOR QUE DIZIA: A QUEM ENVIAREI? E QUEM HÁ DE IR POR NÓS?”

1.      Por acaso você tem ouvido o chamado de DEUS  irmão? Ou tu tens cerrado os teus ouvidos para o SENHOR?

2.      MATERIAL HUMANO.

·        Esse com toda a certeza é o principal problema de missões; a falta de obreiros é simplesmente dolorosa, dói na alma quando vemos os povos se perdendo sem o conhecimento do SENHOR JESUS, hoje em nosso meio a falta de visão é inacreditável, é difícil crer que muitos pensam que a obra é simplesmente igrejas, prédios; pensam que fazer a obra é simplesmente ir para a igreja na doutrina e aos domingos; e se esquece que missões é muito mais que isso, se esquece que missões é a coluna vertebral da igreja, é a razão de ainda estarmos aqui;

·        Irmão, guarde isso em seu coração, nunca em toda a história, as palavras de DEUS a Ezequiel foram tão reais, quando ele diz em EZEQUIEL 22:30 “e busquei dentre eles um homem que estivesse tapando o muro, e estivesse na brecha perante mim por esta terra, para que eu não a destruísse; porém a ninguém achei

·        Mais quem irá se dispor? quem estará perante o SENHOR? Você estaria disposto a assumir tão grande responsabilidade?

 

3.      CAPACITAÇÃO.

·        É outro grande problema a ser superado, porque os poucos obreiros que ainda existe, não recebem o devido apoio e preparo, e como se não bastasse o pequeno numero de agencias missionárias, algumas só estão visando o lucro financeiro, em quanto o preparo espiritual, psicológico e físico é deixado em 2º plano;

·        Eu me pergunto porque isso acontece? Será se nós estamos deixando de servir a Deus, pra servir a mamom? Reflita sobre isso!

4.      VERBA PRA SUSTENTAR O MISSIONÁRIO.

·        Acerca desse item eu me pergunto: qual o maior problema de missões? Seria financeiro ou falta de visão?

ü      35% de todo capital que circula hoje no mundo está nas mãos dos crentes

ü      90% desse capital é destinados à compra e edificação de templos

ü      9% é destinados à ação social da igreja (contas de luz, água, telefone e no ultimo caso aquele irmão que chega no final do culto pedindo uma ajuda pro gás e etc...)

ü      E apenas 1% de todo o dinheiro que está nas nossas mãos é realmente destinado a missões

ü      Pra você ter uma idéia, o órgão missionário da nossa denominação, arrecada anualmente 250.000 reais

ü      Isso é apenas 10% do que o nosso ministério arrecada em 1 mês

·        com base nisso eu me pergunto: se missões é a força que move a igreja, se missões é essência da igreja, se missões é a força motriz da igreja, então porque nós investimos tão pouco em missões? Porque que às vezes nós nos esquecemos de missões?

·        Você sabia que se 40 irmãos contribuísse com 50 centavos daria o café da manhã, o almoço e o jantar de um missionário na Índia?

·        Esse mesmo órgão missionário da nossa denominação necessita de pelo menos  25.000 reais pra manter os missionários com uma certa “folga”; nós somos só no estado do Ceará 150.000 membros (fora novos  convertidos, agregados e etc...), se dividíssemos esses 25.000 pelo numero de membros, daria 0,15 centavos pra cada membro por mês.

 

Reflita sobre isso irmão, será se você tem realmente se importado com os povos que estão morrendo sem Cristo? Ou você só está se importando com a roupa da irmã  fulana?

Será se você realmente se importa com a situação missionária? Ou só esta interessado em saber porque que o pastor não te chamou ainda pra ser obreiro?

Será se você se preocupa realmente em se preparar pra ser um diplomata do SENHOR, um embaixador de CRISTO? Ou só esta interessado em pregar em púpitos?

 

“VIVA CADA INSTANTE DA SUA VIDA COMO SE JESUS TIVESSE MORRIDO ONTEM, RESSUCITADO HOJE E COMO SE ELE VOLTASSE AMANHÔ

 

E como disse JOHN WESLEY : “faça o bem aonde estiver, com o que tiver, a quem puder

 

Um abraço missionário!!!

Helton Jorge

Assembléia de Deus em Mondubim

Ministério Fortaleza

 

1º Reflexão Missionária: O que é Missoes???

1º Reflexão Missionária

 

O que é missões?

 

O dicionário da língua Português define Missões por:

 

“Função ou poder que se confere a alguém para fazer algo”

 

 

Quando eu falo de Missões e de Poder, eu me recordo da descida do Espírito Santo em Atos cap. 2, e então me vem a mente uma série de perguntas:

·        Por que Deus batizou seu povo com Espírito Santo? Ou qual a função do batismo com Espírito Santo e com fogo nas nossas vidas?

·        Será que Deus batizou seu povo, simplesmente para que houvesse línguas estranhas nos cultos?

      Ou teria Deus um propósito mais profundo?

·        Será que Deus batizou seu povo, simplesmente para que se houvesse profecias ou visões?

     Ou teria Deus teria um propósito mais profundo?!

 

Em ATOS 1:8 eu encontro o 1º postulado (Principio demonstrativo) de Missões.

Em ATOS 1:8 Deus revela o que realmente é Missões; por que daí alguém pensa que missões é contribuir, enviar, interceder, ou evangelizar;

                       (missões não é contribuir, ou enviar, ou interceder, ou evangelizar) isso é como fazer missões, mas não é missões;

                       Porque quando eu evangelizo, eu prego, eu ministro, mais quando eu sou um missionário, a minha vida é o que eu prego;

                       ser um missionário não é ser um pregador, e sim, ser uma testemunha de Jesus.

                       É por isso que Jesus batiza com Espírito Santo e com fogo, para lhe confere poder, e você ser um missionário,

                       uma testemunha de Jesus.

            Guarde isso no seu coração irmão:

·        Não há alegria no céu quando há línguas estranhas na igreja;

·        Não há alegria no céu quando há profecia na igreja;

·        Não há alegria no céu quando há curas na igreja;

·        Não há alegria no céu quando o morto se levanta na igreja;

      Mais Lc 15:10 me garante que “há uma alegria no céu,

     quando um pecador arrependido confessa a Cristo como seu único e suficiente salvador”

            Então pare e reflita sobre isso irmão, faça suas, as palavras de George Whitefield, que em suas orações dizia:

“Ó SENHOR, DÊ-ME ALMAS OU LEVE A MINHA ALMA”

      Daí subentende-se que missões é a obediência total e irrestrita da ordem transcrita em Mc 16:15

     IDE por todo mundo e PREGAI o evangelho a toda criatura”

Um abraço missionário!!!

Missionário Helton Jorge

Assembléia de Deus em Mondubim

Ministério Fortaleza

                                                                   Antonio Bezerra 06/09/2003

A lei da semeadura

A lei da semeadura

 

ESPÍRITO

Gl

CARNE

Gl

ANDAR NO ESPÍRITO

5:16

CUMPRIR A CONCUPISCÊNCIA DA CARNE

5:16

GUIADOS PELO ESPÍRITO

5:18

SOB A LEI

5:18

FRUTO DO ESPÍRITO

5:22,23

OBRAS DA CARNE

5:19-21

SEMEAR NO ESPÍRITO

6:8

SEMEAR NA CARNE

6:8

COLHER VIDA

6:8

COLHER CORRUPÇÃO (MORTE)

6:8

 

A LEI DA SEMEADURA

 

INTRODUÇÃO

O relacionamento cristão depende de uma vida cheia do Espírito Santo. A Igreja , o Ministério e os Crentes e sua maneira de viver são comparados à agricultura. QUEM PLANTA MUITO, COLHE EM ABUNDÂNCIA. QUEM PLANTA CHUVA, COLHE TEMPESTADE. QUEM PLANTA BOAS SEMENTES COLHE BONS FRUTOS.

 

1-A IGREJA E SEUS MESTRES

1.1- CARACTERÍSTICAS DAS IGREJAS DO PRIMEIRO SÉCULO

A Igreja era sólida, com seus membros se ajudando uns aos outros, para que quem tinha muito não sobrasse e quem não tinha, não faltasse.

1.2- "REPARTA DE TODOS OS SEUS BENS"(v.6)

Repartir era a meta. Tanto bens materiais como espirituais.

Koinonia = comunhão

1.3- "AQUELE QUE O INSTRUI"(v.6)

Os mestres e os pastores eram mantidos pela igreja, com ajuda financeira e assim a igreja crescia em graça e conhecimento.

 

2-DE DEUS NÃO SE ZOMBA.

 

2.1- "NÃO ERREIS"(v.7a)

Ou não vos deixai enganar. Às vezes as pessoas pensam que Deus não se preocupa com essas coisas; mas isso é muito importante para Ele.

2.2- "DEUS NÃO SE DEIXA ESCARNECER"(v.7b)

Significa arrebitar o nariz, olhar para Deus como se Ele fosse um escravo seu; tratá-lo como se fosse seu empregado, como se você fosse superior.

2.3- "O QUE O HOMEM SEMEAR ISSO TAMBÉM CEIFARÁ"(v.7e)

É a lei natural da semeadura e da colheita. JESUS disse: "Colhem-se uvas dos espinheiros ou figos dos abrolos"; e JESUS afirma "Toda árvore boa, produz bons frutos, e toda árvore má produz frutos maus".

 

3-TERRENO DA SEMEADURA.

 

3.1- O TERRENO DA CARNE

Carne é a natureza humana decaída, mesmo depois de nascermos de novo temos influências da velha natureza. Precisamos subjugar essa tendência ao pecado, e só conseguiremos através do Espírito Santo. Os maus pensamentos, palavras más e más ações são sementes ruins que plantamos para colhermos em nossa própria vida; pois o que planta e "semeia na carne, da carne ceifará a corrupção" "Tudo o que o homem semear, isso mesmo colherá".

3.2- O TERRENO DO ESPÍRITO

Espírito é vida. JESUS disse: "As palavras que vos falo são Espírito e vida"

Rm 8 diz: "Aqueles que estão em CRISTO não vivem mais segundo a carne, mas segundo o Espírito". Devemos crucificar a carne com suas ambições e desejos mundanos e carnais e darmos lugar ao Espírito Santo em nossas vidas; praticando aquilo que agrada a DEUS e não o que agrada nossa velha natureza.

 

4-DEVER DOS CRENTES.

 

4.1- A PRÁTICA DO BEM(v.9)

Ajuda aos necessitados, a hospitalidade, assistência aos presos, maltratados e enfermos, principalmente aos domésticos da fé, da casa(doméstico) de DEUS

4.2- A ESMOLA

Deveria ser prática da Igreja hoje, pois sempre foi no passado. Vide Mt 6:2,5,18.

4.3- A COLHEITA

A resposta de DEUS é tanto no sentido material, como no espiritual aos que semeiam no Espírito. At 20:35 JESUS disse: "É melhor dar do que receber".

"O que retém o trigo, o povo o amaldiçoa". Pv 11:26

 

CONCLUSÃO

Nisso consiste a vida cristã : Mc 12:30,31 " Amarás, pois, o senhor te DEUS, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás a teu próximo como a ti mesmo".

 

O Semeador, a Semente e os Solos

Jesus contou freqüentemente, por parábolas, histórias sobre os acontecimentos do dia-a-dia que ele usava para ilustrar verdades espirituais. Uma das mais importantes destas parábolas é aquela registrada em Mateus 13:1-23, Marcos 4:1-20 e Lucas 8:4-15. Esta história fala de um fazendeiro que lançou sementes em vários lugares com diferentes resultados, dependendo do tipo do solo. A importância desta parábola é salientada por Jesus em Marcos 4:13: "Não entendeis esta parábola e como compreendereis todas as parábolas?" Jesus está dizendo que esta parábola é fundamental para o entendimento das outras. Esta é uma das três únicas parábolas registradas em mais do que dois evangelhos, e também é uma das únicas que Jesus explicou especificamente. Precisamos meditar cuidadosamente nesta história.

A história em si é simples: "Eis que o semeador saiu a semear. E, ao semear, uma parte caiu à beira do caminho; foi pisada, e as aves do céu a comeram. Outra caiu sobre a pedra; e, tendo crescido, secou por falta de umidade. Outra caiu no meio dos espinhos; e, estes, ao crescerem com ela, a sufocaram. Outra, afinal, caiu em boa terra; cresceu e produziu a cento por um" (Lucas 8:5-8). A explicação de Jesus é também fácil de entender: "A semente é a palavra de Deus. A que caiu à beira do caminho são os que a ouviram; vem, a seguir, o diabo e arrebata-lhes do coração a palavra, para não suceder que, crendo, sejam salvos. A que caiu sobre a pedra são os que, ouvindo a palavra, a recebem com alegria; estes não têm raiz, crêem apenas por algum tempo e, na hora da provação, se desviam. A que caiu entre espinhos são os que ouviram e, no decorrer dos dias, foram sufocados com os cuidados, riquezas e deleites da vida; os seus frutos não chegam a amadurecer. A que caiu na boa terra são os que, tendo ouvido d bom e reto coração retêm a palavra; estes frutificam com perseverança" (Lucas 8:11-15). Alguém ensina as Escrituras a várias pessoas; a resposta dessas pessoas depende do estado do coração delas, isto é, de sua atitude. Consideremos o semeador, a semente e o solo.

O Semeador

O trabalho do semeador é colocar a semente no solo. Uma vez que a semente for deixada no celeiro, nunca produzirá uma safra, por isso seu trabalho é importante. Mas a identidade pessoal do semeador não é. O semeador nunca é chamado pelo nome nesta história. Nada nos é dito sobre sua aparência, sua capacidade, sua personalidade ou suas realizações. Ele simplesmente põe a semente em contato com o solo. A colheita depende da combinação do solo com a semente.

Aplicando-se espiritualmente, os seguidores de Cristo devem estar ensinando a palavra. Quanto mais ela é plantada nos corações dos homens, maior será a colheita. Mas a identidade pessoal do professor não tem importância. "Eu plantei, Apolo regou; mas o crescimento veio de Deus. De modo que nem o que planta é alguma cousa, nem o que rega, mas Deus que dá o crescimento" (1 Coríntios 3:6-7). Em nossos dias, o semeador tornou-se a figura principal e a semente é bastante esquecida. A propaganda das campanhas religiosas freqüentemente contém uma grande fotografia do orador e dá grande ênfase ao seu nível escolar, sua capacidade pessoal e o desenvolvimento de sua carreira; o evangelho de Cristo que ele supõe-se estar pregando é mencionado apenas naquelas letrinhas, lá no canto. Não devemos exaltar os homens, mas fixarmo-nos completamente no Senhor.

A Semente

A semente é a Palavra de Deus. Cada conversão é o resultado do assentamento do evangelho dentro de um coração puro. A palavra gera (Tiago 1:18), salva (Tiago 1:21), regenera (1 Pedro 1:23), liberta (João 8:32), produz fé (Romanos 10:17), santifica (João 17:17) e nos atrai a Deus (João 6:44-45). Como o evangelho se espalhava no primeiro século, foi-nos dito muito pouco sobre os homens que o divulgaram, porém muito nos foi dito sobre a mensagem que eles disseminaram (estude o livro de Atos e note que em cada cidade para onde os apóstolos viajaram, os homens eram convertidos como resultado da palavra que era ensinada). A importância das Escrituras deve ser ressaltada ao máximo.

Isto significa que o professor tem que ensinar a palavra. Não há substitutos permitidos. Freqüentemente, pessoas raciocinam que haveria uma colheita maior se alguma outra coisa fosse plantada. Então, igrejas começam a experimentar outros meios, de modo a conseguir mais adeptos. Elas recorrem a divertimentos, festas, esportes, aulas de Inglês, bandas, eventos sociais e muitas outras coisas para tentar atrair as pessoas que não estariam interessadas, se pregassem somente o evangelho. Considere esta ilustração: Imagine que meu pai me mandou plantar milho, pois ele estaria ausente da fazenda por alguns meses. Depois que ele saiu, eu decidi experimentar o solo e descobri que não era bom para o plantio do milho, mas daria um estouro de safra de melancias. Então resolvi plantar melancias. Imagine a reação de meu pai quando ele voltar para casa, esperando receber milho, e eu lhe mostrar um caminhão de melancias, em vez disso. Nosso Pai celestial nos disse qual semente plantar: a palavra de Deus. Não é noso trabalho analisar o solo e decidir plantar alguma outra coisa, esperando receber melhores resultados. A colheita do evangelho pode ser pequena (se o solo for pobre), mas Deus só nos deu permissão para plantar a palavra. Somente plantando a Palavra de Deus nos corações dos homens o Senhor receberá o fruto que ele espera. Ou, usando uma figura diferente: as Escrituras são a isca de Deus para atrair o peixe que ele quer salvar. Precisamos aprender a ficar satisfeitos com seu plano.

Aqui há uma lição para o ouvinte também. O fruto produzido depende da resposta à Palavra. É decisivamente importante ler, estudar e meditar sobre as Escrituras. A palavra tem que vir habitar em nós (Colossenses 3:16), para ser implantada em nosso coração (Tiago 1:21). Temos que permitir que nossas ações, nossas palavras e nossas próprias vidas sejam formadas e moldadas pela palavra de Deus.

Uma safra sempre depende da natureza da semente, não do tipo da pessoa que a plantou. Um pássaro pode plantar uma castanha: a árvore que nascer será um castanheiro, e não um pássaro. Isto significa que não é necessário tentar traçar uma linhagem ininterrupta de fiéis cristãos, recuando até o primeiro século. Há força e autoridade próprias da palavra para produzir cristãos como aqueles do tempo dos apóstolos. A palavra de Deus contém força vivificante. O que é necessário é homens e mulheres que permitam que a palavra cresça e produza frutos em suas vidas; pessoas com coragem para quebrar as tradições e os padrões religiosos em volta deles, para simplesmente seguir o ensinamento da Palavra de Deus. Hoje em dia, a palavra de Deus tem sido freqüentemente misturada com tanta tradição, doutrina e opinião que é quase irreconhecível. Mas se pusermos de lado todas as inovações dos homens e permitirmos que a palavra trabalhe, podemos tornar-nos fiéis discípulos de Cristo justamente como aqueles que seguiram Jeus quase 2000 anos atrás. A continuidade depende da semente.

Os Solos

É perturbador notar que a mesma semente foi plantada em cada tipo de solo, mas os resultados foram muito diferentes. A mesma palavra de Deus pode ser plantada em nossos dias; mas os resultados serão determinados pelo coração daquele que ouve.

Alguns são solo de beira de estrada, duro, impermeável. Eles não têm uma mente aberta e receptiva para permitir que a palavra de Deus os transforme. O evangelho nunca transformará corações como estes porque eles não lhe permitem entrar.

As raízes das plantas, no solo pedregoso, nunca se aprofundam. Durante os tempos fáceis, os brotos podem parecer interessantes, mas abaixo da superfície do terreno, as raízes não estão se desenvolvendo. Como resultado, se vem uma pequena temporada seca ou um vento forte, a planta murcha e morre. Os cristãos precisam desenvolver suas raízes por meio de fé em Cristo e de estudo da Palavra cada vez mais profundo. Tempos difíceis virão, e somente aqueles que tiverem desenvolvido suas raízes abaixo da superfície sobreviverão.

Quando se permite que ervas daninhas cresçam junto com a semente pura, nenhum fruto pode ser produzido. As ervas disputam a água, a luz solar e os nutrientes e, como resultado, sufocam a boa planta. Existe uma grande tentação a permitir que interesses mundanos dominem tanto nossa vida que não nos resta energia para devotar ao crescimento do evangelho em nossas vidas.

Então, há o bom solo que produz fruto. A conclusão desta parábola é deixada para cada um escrever. Que espécie de solo você é?

 

Curiosidades

   No Iraque e no Egito foram encontradas lentes lapidadas de cristal, que hoje só podem ser manufaturadas mediante a aplicação de óxido de césio, produto que só pode ser obtido por processos eletroquímicos.

 

Em Heluã existe um pedaço de pano tecido com uma delicadeza e suavidade que hoje só poderiam ser produzidas numa fábrica especializada, por tecelões de grande conhecimento e notável experiência técnica.

   No Museu de Bagdá estão expostas pilhas elétricas secas, que trabalham segundo o princípio galvânico. No mesmo local podem ser admirados elementos elétricos com elétrodos de cobre e um eletrólito desconhecido.

A Universidade de Londres possui, em seu departamento egípcio, um osso pré-histórico, amputado com mestria, 10 centímetros acima da articulação na mão direita, em corte liso de 90 graus.

Nas montanhas da região asiática de Kohistan existe um desenho, em certa caverna, que reproduz as posições exatas dos corpos celestes, como de fato as ocupam há 10.000 anos.

No planalto do Peru foram encontrados ornamentos fundidos em platina, diga-se a tempo que a platina só começa a fundir-se a uma temperatura de 1.800 graus...

Num túmulo em Chou-Chou ( China ) encontraram-se partes de um cinto feitas de alumínio, metal que só com dificuldades consideráveis pode ser extraído da bauxita.

Em Délhi existe um velho pilar de ferro, que não contém fósforo, nem enxofre e, por isso, não pode ser destruído por influências meteorológicas.

Na caverna de Schandiar encontraram-se esqueletos de homens adultos e de uma criança, que datam de cerca de 45.000 anos antes da nossa era, conforme avaliação realizada pelo processo do C-14.

Encontrou-se no Egito um calendário exato, 4.221 anos antes da nossa era! Esse calendário orienta-se pelo nascer de Sírio e dava ciclos anuais de mais de 32.000 anos.

Os maias sabiam que o ano de Vênus tem 584 dias e avaliavam a duração do ano terrestre em 365.2420 (Cálculo exato hoje: 365,2422!).

As 7 maravilhas do mundo

As 7 maravilhas do mundo

Muitas vezes quando comemos uma bela lasanha, ou provamos um delicioso bolo de chocolate, dizemos que estamos diante da "oitava maravilha do mundo". Mas você sabe quais são as outras sete?

 

 

1- Estátua de Zeus Olímpico (Grécia)
   
Esculpida por Fídias, em ébano e marfim, em 456 a.C., possuía quinze metros de altura e era incrustada de ouro e pedras preciosas. Um terremoto na cidade de Olímpia a destruiu, provavelmente, no ano de 1.215.

 

2- Templo de Diana (Turquia)
Levou duzentos anos para ficar pronto (em 450 a.C.) na cidade de Éfeso. Foi incendiado em 356 por Eróstrato, sendo reconstruído em seguida. Em 262 foi destruído novamente, dessa vez pelos godos.

 

3-   Colosso de Rodes (Grécia)
Esta gigantesca estátua de Hélio tinha 46 metros de altura, era feita de bronze, pesando 70 toneladas. Levou 12 anos para ser construída (292 a 280 a.C.) e foi destruída por um terremoto em 224 a.C. Seus restos foram vendidos a um comerciante que encheu noventas cargas de camelo.

 

4-  Mausoléu de Halicarnasso (Turquia)
Artemisa II, irmã e esposa do rei Mausolo, mandou construir o maior e mais suntuoso túmulo de todos os tempos. Sua base era de mármore, bronze e revestida de ouro. Foram necessários 30 mil homens para a construção do mausoléu, que ficou pronto em 352a.C. Artemisa morreu antes do término da obra, e os fragmentos dessa edificação podem ser encontrados no Museu Britânico e em Bodrum, na Turquia. A palavra mausoléu vem do nome do rei Mausolo.

5- Farol de Alexandria (Egito)
Possuía uma torre de mármore branco de 135 metros de altura. Era iluminado por fogo de lenha e carvão. Inaugurado no ano de 270 a.C., foi destruído por um terremoto em 1375.

6- Jardins suspensos da Babilônia (Iraque)
Construídos por ordem do rei Nabucodonosor II, em 60a.C., foi feito em homenagem a uma de suas mulheres, Semíramis, que sentia muitas saudades de suas terras montanhosas. Os jardins constituíam 6 montanhas artificiais, apoiadas em colunas, ao sul do rio Eufrates. A lenda diz que o rei enlouqueceu ao contemplar essa obra. Os jardins foram destruídos em data desconhecida.

7- As Pirâmides do Egito
Das Sete maravilhas do mundo, apenas as pirâmides do Egito ainda existem.  Foram construídas por volta de 2690 a.C., próximo ao Cairo, capital do Egito. A maior das pirâmides (a de Quéops) possui 148 metros de altura e foi edificada com 2 milhões de blocos de pedra. Empregou 100 mil operários, e demorou 20 anos para ser concluída. As outras pirâmides são as de Quéfren e Miquerinos. Miquerinos era o filho de Quéops, e construiu a menor, porém mais cara das pirâmides. Se todos os blocos de granito das 3 pirâmides fossem enfileirados, eles dariam a volta ao mundo. A história dos faraós é cercada de mistérios e lendas fantásticas. Saiba um pouco mais sobre esse tema intrigante:

 

 

 

 

A maldição do faraó

"A morte virá com asas ligeiras para aqueles que perturbarem o repouso do faraó".
Essas seriam as inscrições na entrada das tumbas dos faraós, uma possível advertência contra violadores que tentassem roubar as fortunas contidas nas tumbas.
A história da "maldição de Tutancâmon" tomou grandes proporções quando em 1922, o inglês Howard Carter descobriu o túmulo do faraó, falecido muito jovem. A caravana de expedição era financiada pelo lorde Carnarvon, que acabou morto, misteriosamente,  por uma picada de mosquito. A partir daí, mais vinte pessoas relacionadas à descoberta da múmia de Tutancâmon morreram de forma misteriosa, reforçando o mito da maldição dos faraós.

 

Reis Embalsamados


Quando morria um faraó, seu cérebro, intestinos e outros órgãos vitais eram retirados. Nessas cavidades colocavam-se resinas aromáticas e perfumes, e em seguida fechavam-se os cortes. Logo então, o corpo era mergulhado em um tanque de salitre durante o período de setenta dias para que a umidade do corpo fosse absorvida. Após esse período, o corpo era lavado e enrolado em bandagens de algodão embebidas em betume, e então ia para a tumba.
Esse procedimento mantinha o cadáver praticamente intacto durante muitos séculos. Em 1881 foi encontrada a múmia do faraó Ramsés II (1304 a 1237 a.C.) com apenas a pele ressecada. Os dentes e o cabelo estavam perfeitos

 

A Pessoa do Espírito Santo

A Pessoa do Espírito Santo

Atos 16: 1-8

 

 

A doutrina do Espírito Santo ocupa lugar central no movimento de renovação espiritual. Nossa preocupação neste estudo será o de estudar o Espírito Santo como pessoa.

Vários atributos definem uma pessoa, mas podemos destacar o intelecto, a sensibilidade e a vontade. Deus subsiste em três pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo, Ef 4: 6. Portanto, o Pai é pessoa, o Filho é pessoa e o Espírito é pessoa.

Muito se tem ensinado sobre o Deus Pai e o Deus Filho, mas pouco se ensina sobre o Espírito Santo. Alguns grupos heréticos afirmam que o Espírito é meramente uma força ou influência impessoal, o que não é verdade. Para nos aprofundarmos nesta doutrina bíblica, estamos iniciando esta nova revista que trará estudos somente sobre o Espírito Santo. Vamos caminhar pelas páginas da Bíblia e aprender que não há nada que possa negar sua realidade.  

Neste estudo, veremos que o Espírito Santo é uma pessoa e o estudaremos a partir dos traços característicos que assim o identificam.

I - SEU INTELECTO

A palavra intelecto está associada à inteligência. Uma pessoa inteligente é aquela que possui a capacidade de compreender ou habilidade para resolver situações problemáticas novas, mediante a reestruturação dos dados perceptivos; é a pessoa que raciocina bem. Encontramos na Bíblia diversas referências que deixam bem claro que o Espírito Santo possui inteligência.

a) Ele ensina e faz lembrar, Jo 14: 26 - Já no Antigo Testamento o Espírito cumpria a missão de ensinar, Ne 9: 20. Ninguém discorda de que Ele é mestre por excelência e nos faz lembrar de tudo o que Jesus ensinou.

b) Ele tem sabedoria e inteligência, Is 11: 2 - O profeta está falando do Messias que haveria de vir e seria poderosamente ungido pelo Espírito Santo, a fim de cumprir a vontade do Pai, Jo 1: 33, 34. Ele descreve a plenitude do Espírito na vida de Jesus. É o Espírito Santo quem anuncia a Cristo e nos guia a toda a verdade, Jo 16: 13-14.

c) Ele tem conhecimento e conselho, Is 11: 2 - Entre os 9 dons citados em I Coríntios 12, está o do conhecimento (ciência) que é dado pelo Espírito Santo. Ele nos faz ver os mistérios de Deus, Rm 11: 33.

d) Ele revela, Ef 1: 17 - Ele é onisciente. Em I Co 12: 8, Paulo fala sobre os dons de revelação: sabedoria, conhecimento e discernimento dos espíritos. O Espírito perscruta as profundezas de Deus, I Co 2: 10.

II - SUA SENSIBILIDADE

É a habilidade de sentir as coisas ou a propriedade do organismo vivo de perceber as modificações do meio externo ou interno e de reagir a elas de maneira adequada. Sensibilidade refere-se aos sentimentos, às emoções, etc. O Espírito Santo sente e reage, assim como nós, quando nos emocionamos. Vejamos:

a) Amor, Rm 15: 30 - É o sentimento que predispõe alguém a desejar o bem-estar de outrem.

b) Alegria, At 2: 13 - Houve uma verdadeira alegria entre os crentes que receberam o Espírito Santo. Por que? Porque Ele estava presente trazendo alegria. É inconcebível que uma pessoa cheia do Espírito viva em tristeza.

c) Tristeza, Ef 4: 30 - O Espírito Santo  pode sentir intensa mágoa, assim como nós. O cristão pode entristecer o Espírito Santo quando não dá importância à sua presença, voz e orientação, Gl 5: 16-25.

d) Gemidos, Rm 8: 26 - Quando a Palavra diz que o Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis, está mostrando que Ele intercede juntamente com o crente; Ele sente a nossa dor, geme e sofre conosco.

e) E ainda: Ele pode ser apagado, tentado e afrontado, At 5: 9; I Ts 5: 19 e Hb 10: 29.

III - SUA VONTADE

Vontade é a capacidade de fazer escolhas e tomar decisões. O Espírito Santo tem vontade própria. Isto está evidenciado em suas atitudes, tanto no Antigo como no Novo Testamento:

a) No repartir os dons liberalmente, I Co 12: 11 - “Mas um só e o mesmo Espírito realiza todas estas cousas, distribuindo-as, como lhe apraz, a cada um, individualmente.” 

b) No permitir ou impedir, At 16: 7 - O Espírito tem a direção da vida do crente. Todo aquele que é guiado por Ele deve estar pronto para fazer a sua vontade. Ele pode permitir, assim como impedir, aquilo que desejamos fazer.

c) No convidar, Ap 22: 17 - Quando alguém realiza uma festa, convida a quem quer para participar. O Espírito convida o homem para aceitar Jesus, que disse: “Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei”, Mt 11: 28.

d) No orientar, At 13: 2 - Quando há oração e consagração em busca da vontade de Deus, o Espírito Santo orienta.

Portanto, as evidências decorrentes dos ensinos bíblicos mostram que o Espírito Santo não é uma força impessoal. Ele é Deus, a terceira pessoa da trindade. Não há vida cristã abundante sem o auxílio do Espírito Santo. Ele torna a fé dinâmica e nos dá compreensão exata da vontade de Deus.

 

Nomes atribuídos ao Espírito Santo na Bíblia

q    Espírito, Ef 5: 18 e Mc 1: 10;

q    Espírito Santo, At 2: 4;

q    Espírito de vida, Rm 8: 2;

q    Espírito de graça, Hb 10: 29;

q    Espírito de adoção, Rm 8: 15;

q    Espírito da glória de Deus, I Pe 4: 14;

q    Espírito de inteligência, Is 11: 2;

q    Espírito de santidade, Rm 1: 4;

q    Espírito Santo da promessa, Ef 1: 13;

q    Espírito de Jesus, At 16: 7;

q    Espírito de Deus. Gn 1: 2;

q    Espírito do nosso Deus, I Co 6: 11

q    Espírito Eterno, Hb 9: 14;

q    Espírito de vosso Pai, Mt 10: 20;

q    Consolador, Jo 14: 16 e 15: 26;

q    Espírito de Verdade, Jo 16; 13;

q    Espírito de Jesus Cristo, Fp 1: 19;

q    Espírito do Senhor, Jz 14: 6 e Lc 4: 18;

q    Espírito de Sabedoria, Is 11: 2;

q    Bom Espírito, Sl 143: 10.

 

 

Edificarei a minha Igreja!

Texto: Mateus 16:18.

 

O estudo sobre a doutrina da Igreja é imprescindível porque aprendemos a dar mais valor aquilo que somos, que temos e fazemos dentro do Reino de Deus.

 

I. O QUE É A IGREJA.

Para compreendermos o que é a igreja, precisamos estudar as palavras que descrevem esta instituição e os cristãos.

 

1. DEFINIÇÃO:

EKKLESÍA.  Palavra grega que no Novo Testamento significa, "uma assembléia de chamados para fora".

EKKLESÍA para nós hoje vem a ser:

1. Uma assembléia do povo convocada no lugar pública do conselho para fins deliberativos.

2. Uma assembléia de cristãos reunidos para o culto.

3. Uma companhia de cristãos.

4. Reunião daqueles que tendo em Jesus Cristo sua esperança de salvação eterna, observam seus próprios ritos religiosos, realizam suas próprios reuniões, e dirige seus próprios afazeres com regulamento prescrito pelo CORPO, cuja finalidade é a boa ordem.

5. A totalidade dos cristãos espalhados pelo mundo; de modo abrangente, todos quanto adoram a Deus e seu filho Jesus Cristo.

6. O nome EKKLESÍA é transferido para a assembléia dos cristãos fiéis que já morreram e foram recebidos no céu. (1 Ts. 4:14-16).

 

2. Definição de Igreja Universal, Local e dos Primogênitos:

1. Igreja Universal, (Ef. 3:10, 21; 5:23, 24, 27, 29,32; Cl 1:18; 1 Tm 3:5,15).

 "A Igreja Universal, mística, é composta de todos os crentes em todos os tempos e de todos os lugares, que aceitaram Cristo como cabeça. Esta igreja é considerada como organismo espiritual que tem Cristo pôr centro. Neste sentido, a Igreja transcende a denominações evangélicas que defendem determinadas crenças ou governos eclesiásticos". - R.N.Champin.

 

2. Igreja Local, ( At. 16:5; Rm 16:4,16; 1 Co 7:17; 11;16; 14:33; 16:1,19; II Co 8:1,19,23,24; 11:8,28; 12:13; Gl 1:2,22; II Ts.1:4 ).

 Um velho pensador cristão escreveu: "A igreja não é uma assembléia, mas pode se reunir em assembléia". Mt.18:15-20 descreve uma igreja local. Um indivíduo surpreende seu irmão em falta, repreende-o, leva testemunhas, finalmente informa a igreja local. Trata-se, portanto de um organismo local e nunca nacional ou mundial.

 

1) A natureza congregacional da igreja é demonstrada:

(1) Pelo emprego plural do vocábulo igreja. "Assim as igrejas eram fortalecidas...” (At.16:5).

(2) Pelo emprego localista do termo igreja. “E sobre”.

(3) veio grande temor a toda a igreja e a todos quantos ouviram a notícia destes acontecimentos". (At. 5:11).

 

3. Igreja dos Primogênitos. ( Hb. 12:23 ).

 

1. Esta igreja é mencionada uma única vez em todo o Novo Testamento.

 

1) Neste texto o autor descreve uma reunião festiva no céu, contrastando com o episódio do Sinai nos dias de Moisés.

2) Esta reunião é descrita como dos primogênitos, isto lembra no Velho Testamento os privilégios que o primeiro filho desfrutava em bens e autoridade.

3) Quem são estes primogênitos? Alguns intérpretes associam com os mártires de Ap. 6:9-11; outros com as “primícias das igrejas; outros ainda com os 144.000 de Ap.7:4; e finalmente com os patriarcas do Velho Testamento”.

4) Cremos que este grupo é constituído dos servos de Jesus, comprados pelo seu precioso sangue, tendo cada um deles o seu nome escrito no livro da vida do Cordeiro ( Lc.10:20 e Ap. 13:8); estes já estão no céu. Já desfrutam da glória e do gozo do Senhor.

 

4. DESDE QUANDO A IGREJA EXISTE.

1. No coração de Deus, a igreja existe desde a eternidade, (Jo. 17:5).

2. Profeticamente Israel é descrito como igreja no sentido de ser uma nação chamada dentre as outras nações a ser um povo de servos de Deus. (At. 7:38). Israel era a congregação ou igreja de Jeová. Depois desta igreja judaica O ter rejeitado, Cristo predisse a fundação de uma nova congregação ou igreja, uma instituição divina que continuaria Sua obra na terra. (Mt. 16:18).

3. Historicamente a Igreja de Cristo veio a existir, como Igreja, no dia de Pentecoste, quando foi consagrada pela unção do Espírito. Assim como o tabernáculo foi construído e depois consagrado pela descida da glória divina (Ex.40:34), os primeiros membros da Igreja foram congregados no cenáculo e consagrados como Igreja pela descida do Espírito Santo. É muito provável que os cristãos primitivos vissem nesse evento o retorno da "Shekinah" (a glória manifestada no tabernáculo e no Templo) que, havia muito tempo, partido do Templo, e cuja ausência era lamentada por alguns dos rabinos.

 

 Davi juntou os materiais para a construção do Templo, mas a construção foi feita por seu sucessor, Salomão. Da mesma forma, Jesus, durante Seu ministério terreno, havia juntado os materiais da sua Igreja, por assim dizer, mas o edifício foi edificado por seu sucessor, o Espírito Santo. (Ef. 2:20).

 

II. O VALOR DA IGREJA.

1. A Igreja como menina dos olhos de Deus. (Dt.32:10; Zc. 2:8).

2. A igreja como coroa de glória e diadema real. (Is 62:3).

3. A Igreja como pedras de uma coroa. ( Zc 9:16 ).

4. A Igreja como particular tesouro. ( Ml 3:17 ).

 

III. QUAL A DIFERENÇA ENTRE IGREJA E REINO DE DEUS.

1. O Reino de Deus - é o governo soberano que Deus exerce no universo. Começou com o ministério real de Cristo na terra e será consumado com as bem-aventuranças do mundo eterno (Mt. 25:31-46).

2. O Reino é a totalidade da atividade remidora de Deus, em Cristo, neste mundo; a Igreja é a assembléia daqueles que pertencem a Jesus Cristo; portanto do Reino.

3. Se traçarmos um círculo grande seria o Reino de Deus (o todo); dentro desse círculo, colocaríamos uma multiplicidade de pontos, que viriam a ser as igrejas. Cristo é o centro de tudo.

4. O Reino é o todo, as igrejas agências deste reino.

5. O Reino é o poder, a influência de Deus na vida de seus súditos, agrupados na igreja.

6. O Reino é o invisível, as igrejas visíveis.

7. O Reino não é deste mundo.(Jo. 18:36).

 

IV. ILUSTRAÇÕES DA IGREJA NO NOVO TESTAMENTO.

1. A Igreja, como CORPO MÍSTICO DE CRISTO. (Rm. 12:5; I Co. 12:13,27; Ef. 1:23; 4:4,12; 5:30; Cl.1:18,24).

 

1. A presença de Cristo no mundo através do seu Corpo, que é a Igreja.(Mt. 10:40)

2. Indispensabilidade, no que tange todos os membros, (I Co. 12:14).

3. Unidade na diversidade. (I Co 12:12). A própria diversidade do corpo é tanto sua beleza como seu meio de sobrevivência, bem como o bem estar desta sobrevivência.

Esta diversidade seria autodestrutiva, se não houvesse alguma espécie de unidade essencial.

4. Organismo vivo não uma organização fria. Vida e crescimento.

 

2. A Igreja como POVO DE DEUS. (Tt. 2:14; I Pe 2:9-10).

1. Propriedade exclusiva.

2. Um povo com missão definida. "... a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz,..." (I Pe 2:9)

 

3. A Igreja como REBANHO DE CRISTO. (Lc. 12:32; Jo. 10:16; At. 20:28,29; I Pe 5:2,3).

 

1. O cuidado do Supremo-Pastor com suas ovelhas. O perfil do Supremo Pastor.

 

1) Provedor (Sl 23:1-2).

2) Terno (Is 40:11).

3) Sacrificial (Jo 10:11).

4) Ressurreto (Hb 13:20).

5) Acolhedor dos desviados (1 Pe 2:25).

6) Coroador dos fiéis (1 Pe 5:4; Ap. 7:17).

7) Protetor (2 Ts.3:3; 2 Tm 1:12; 1 Pe. 1:5; Sl. 23:4).

8) Guia infalível (Sl. 23:3).

 

4. A Igreja como SANTUÁRIO DE DEUS. (1 Co. 3:16,17; 6:19,20; Ef. 5:21).

5. A Igreja como COLUNA E BALUARTE DA VERDADE. (1 Tm. 3:15).

6. A igreja como CANDEEIRO DE OURO. (Ap. 1:13, 20).

 

A O candeeiro era a única peça responsável em alumiar o tabernáculo. Deus não tem outro candeeiro no mundo a não ser a Igreja.

B. Candeeiro de ouro. Ouro na Bíblia simboliza:

1) A natureza divina.

2) A glória de Deus.

3) As riquezas espirituais do cristão.

C. O combustível que mantinha as lâmpadas do candeeiro acesas era o azeite. O combustível que mantém a luz de Deus na Igreja acesa é o Espírito Santo.

 

7. A Igreja como LAVOURA DE DEUS. (I Co 3:9; Jo. 15:1; Gl 5:22,23; Rm. 8:39).

A. Deus, o grande agricultor.(Jo. 15:1).

B. Cada cristão, uma árvore. (Sl.1:3).

C. O Agricultor que busca frutos nas árvores plantadas. (Jo. 15; Gl 5:21,22).

 

8. A Igreja como EDIFÍCIO. (I Co 3:9).

A. O fundamento do edifício.

B. A planta para a edificação do edifício.

C. Os construtores.

D. Os materiais usados na edificação.

 

9. A Igreja como FAMÍLIA DE DEUS. (Gl. 6:10; Ef. 2:19; 3:15).

A. Solidariedade.

B. Assistência social.

 

10. A Igreja como NOIVA DE CRISTO. (Ap 21:9; 22:17).

A. Virgindade, ex. Rebeca.(Gn. 24:16; 2 Co. 11:2).

B. Preparação, ornamentação da Noiva. (Ap. 17:9).

C. A grande expectativa quanto ao dia do casamento.(Ap. 22:17).

 

11. A igreja como AGÊNCIA DO REINO DE DEUS. (At. 29:25; 22:17).

A. Enviam missionários.

B. Promove o reino de Deus.

 

12. A igreja como A MULTIFORME SABEDORIA DE DEUS. (Ef.3:10).

 

13. A igreja como ESCOLA DE JESUS. (1 Co.4:17; At. 20:20).

 

IndiIndiferença... Liberte-se dela.

Indiferença... Liberte-se dela

Jonas 1.1-6

Introdução

É impossível pensar em cristianismo sem refletir sobre missiologia, missões é a força motriz da igreja, missões é a única razão de ainda estarmos aqui, é impossível ser cristão sem ter impregnado em sua alma a chama de missões, missões é o centro da vontade de Deus para a sua igreja...

 

 I.      Jonas foi indiferente à ordem de deus.

1. Uma ordem específica.

2. Onde é que Deus tem lhe enviado?

3. Para onde você esta sendo comissionado?

4. Qual é a sua Nínive?

 

II.      Jonas foi indiferente à advertência de deus.

1. Muitas vezes Deus sacode o barco que usamos para fugir, para ver se nós acordamos do sono da indiferença.

2. Nós precisamos de um chamado à responsabilidade da nossa posição em Cristo - Jonathan Edwards “Pecadores nas mãos de um Deus irado”.

 

III.      Jonas foi indiferente aos esforços dos outros.

1. Como é que você tem reagido à situação?

2. Quando espíritas apregoam as suas doutrinas, acreditam estar fazendo o melhor para o barco não afundar.

3. Os budistas são sinceros na divulgação dos seus ensinamentos e estão tentando evitar que o barco não afunde.

4. Os mulçumanos, quando lutam pela expansão do islamismo, estão fazendo o que podem para que o barco não afunde.

5. Os católicos quando rezam o terço, quando fazem romaria, estão dando o melhor de si para que o barco não afunde.

6. Embora estejam orando a deuses que não podem respondê-los, estão tentando fazer alguma coisa...

7. E nós o que conhecemos o Deus Vivo e verdadeiro o que estamos fazendo...

8. Quanto temos investido em missões? Quanto temos intercedido pelos missionários? Quanto de compaixão há nos nossos corações pelos AFRICANOS (A dureza do islamismo), INDIANOS (Entregues a idolatria), JAPONESES (O cinturão da resistência – tem que adorar a Deus no subsolo)?

9.   Você suportaria ser crente assim?

10.  Você acha que seu dizimo de 1.000 R$ significa alguma coisa, a tradição de sua família, seu nível superior...

 

IV.      Jonas foi indiferente à  gravidade do momento.

1. Eram homens experimentados no mar.

2. Com certeza já haviam enfrentado outras tempestades.

3. Estavam cheios de medo.

4. Clamavam a outros deuses.

5. Até aliviaram a carga do navio.

 

V.      Jonas foi indiferente ao destino dos outros.

1. Foi indiferente ao destino dos que estavam no barco.

2. Foi indiferente ao destino de 120.000 ninivitas.

 

VI.      Jonas foi indiferente ao clamor dos outros.

1. Passa a Macedônia e ajuda-nos... (At. 16.9).

2. Há um clamor que vem do trono de Deus (Is. 6.8).

 

VII.      Jonas foi indiferente a seu próprio destino.

1. Preferindo morrer a obedecer a Deus.

2. Lembra quando você aceitou a fé?... Sua vontade de servir era tão grande que havia horas que você queria ser mais santo que Jesus... As pessoas te respeitavam...

 

VIII.      Quais as pessoas que deus esta buscando

1. Esta buscando homens e mulheres que não fujam.

2. Esta buscando homens e mulheres que não se escondam.

3. Esta buscando homens e mulheres que entendam a gravidade do momento.

4. Esta buscando homens e mulheres que sobrepujem aos incrédulos em: renuncia, coragem, amor, sinceridade, altruísmo, verdade, justiça.

5. Esta buscando homens e mulheres sensíveis ao destino dos perdidos.

6.Esta buscando VOCÊ!

“O teu desafio não será em vão”

Dr. Billy Graham

Evangélicos ou Protestantes?

EVANGÉLICOS OU PROTESTANTES?
Geral - Martinho Lutero (1483-1546) não queria criar uma nova igreja. Num de seus escritos ele afirmou: "peço que meu nome seja calado e que ninguém se chame de luterano, senão de cristão. Que é Lutero? Pois a doutrina não é minha! Eu também não fui crucificado por ninguém. São Paulo não quis suportar que os cristãos se chamassem de paulinos ou petrinos, mas de cristãos. Como poderia eu, pobre e fedorento saco de vermes, fazer com que os filhos de Cristo fossem chamados por meu nome desprovido de qualquer valor?"
Contudo, o surgimento de uma igreja "luterana" foi inevitável.
Após ser excomungado pela Igreja Católica, em 1520, Lutero ficou dez meses escondido no castelo de Wartburg.
Ao retornar para a sua cidade, Wittenberg, com a proteção do príncipe da Saxônia, voltou a pregar no templo - mas a igreja já não podia mais ser considerada católica. Em assembléia realizada em 1526, decidiu-se que cada príncipe controlaria os negócios da igreja em seu país. Assim, a Alemanha dividiu-se em Estados católicos e luteranos. Em 1529, uma nova reunião decidiu que, nos Estados Luteranos, as duas facções teriam liberdade de culto, mas, nos demais, essa liberdade seria concedida apenas aos católicos. Os nobres que apoiavam os ensinos de Lutero protestaram contra a decisão e, desde então, popularizou-se o termo "protestantes" para as Igrejas nascidas a partir da Reforma.
Mas luteranos e protestantes foram nomes que os outros nos deram, o termo que nós cunhamos foi evangélicos. A palavra "evangélico" tem origem em um dos três pilares da Reforma: sola gracia (somente a graça), sola fide (somente a fé), sola scriptura (somente a escritura). Ou seja: a salvação vem somente pela graça, mediante a fé, tendo a Escritura (Bíblia) - o Evangelho - como guia. (Extraído do Jornal Cristo Rei da Igreja Luterana de Itaguaí/RJ )
Igreja Luterana
Rua Carlos Delamare, 500
Cultos: Domingos às 17h
7月21日

Cinco coisas que Deus nunca viu

Cinco coisas que Deus nunca viu!

Apocalipse 1.12-16 / 1 Coríntios 2.9


1ª coisa que Deus nunca viu: Mc 5.24-29

Um doente que ele não possa curar

Cinco Desafios:

  1. Grande Multidão – v. 24

  2. O tempo da adversidade (12 anos) – v. 25

  3. Preconceito (Lepra: o fluxo de sangue) – v. 25

  4. Crise (Indo de mal a pior) – v. 26

  5. Fé (Se tão somente tocar...) – v. 28

Ilustração:

2ª coisa que Deus nunca viu: Lc 1.37

Um problema que ele não possa resolver

Três fatos impossíveis que marcaram a história humana

  1. A travessia do mar vermelho (Êxodo 14.13-16)

Deus moveu a terra

  1. O sol e a lua são detidos (Josué 10.12-14)

Deus moveu os céus

  1. A ressurreição de Lázaro (João 11.1-45)

Deus moveu o coração do homem

Ilustração:

3ª coisa que Deus nunca viu: 1Jo 1.7

Alguém como Jesus

Quatro marcas que há em Jesus e que não há em nenhum outro homem

  1. Um nome que é sobre todo nome (Filipenses 2.5-11)

  2. Poder para perdoar pecados (Lucas 5.17-26)

  3. Poder para dizer: “Eu Sou”:

    • Eu sou o pão da vida (João 6.36)

    • Eu sou a luz do mundo (João 8.12)

    • Eu sou a porta (João 10.9)

    • Eu sou o Bom Pastor (João 10.11)

    • Eu sou a ressurreição e a vida (João 11.25-26)

    • Eu sou o caminho, a verdade e a vida (João 14.6)

  1. Poder para salvar (Atos 4.12)

Ilustração:

4ª coisa que Deus nunca viu: Jo 3.16

Um homem que ele não possa amar

O amor de Deus foi:

  1. Revelado na criação do homem – Deus deu ao homem:

    • O seu nome

    • A sua imagem

    • O seu Espírito

  2. Provado ao longo historia humana

  3. Confirmado na cruz do calvário

Ilustração:

5ª coisa que Deus nunca viu: Rm 5.8

Um pecador que ele não possa salvar

Ilustração:

7月20日

Norma Martins

Biografia

     A missionária Norma Martins nasceu em uma família católica com sete irmãos, sendo três homens e 4 mulheres. Seu pai morreu quando ainda tinha três anos e sua mãe permaneceu viúva cuidando dos filhos em Aratuba / Ceará e depois mudaram para Fortaleza.
     Norma teve uma infância e adolescência muito problemática. Em um certo depois do trabalho seu colega convidou-a para ir a uma igreja Assembléia de Deus, e lá foi à frente e aceitou Jesus, mas não teve acompanhamento e voltou para a igreja católica.
     Teve uma grande influência familiar através de seu irmão que aceitou Jesus e ela pode ver claramente algo novo em sua vida.
     Em outubro de 1990 em um período de problemas, onde não tinha esperanças para o futuro e não queria mais continuar a viver, porém Jesus entrou em sua vida e o Espírito Santo a deu esperança e razão de viver e então ouve uma verdadeira conversão.
     Seu chamado para o ministério veio através do compartilhar da Palavra no dia a dia, através de evangelismo e orações, e com isto viu a necessidade de fazer mais pela Obra do Mestre.
     Em 1995 fez o curso da APEC (Associação Pró-Evangelização das Crianças) por oito meses, onde teve a oportunidade de ir ao Acre para trabalhar com ribeirinhos. Deus falou em seu coração que fizesse um treinamento missionário em JOCUM (Jovens com Uma Missão), onde fez ETED (Escola de Treinamento, Evangelização e Discipulado), depois fez Escola de Intercessão e de Missões e Fronteiras, e em 1997 Deus colocou em seu coração grande amor pelo povo muçulmano e também um peso de oração diária.
     Tem um ministério de intercessão. Deus tem a levado a orar pelos povos muçulmanos do mundo, e hoje em Sidney / Austrália tem trabalhado com mulheres muçulmanas, orando, aconselhando e discipulando-as.
     Seu desafio do Ministério é despertar entre as igrejas para interceder pelas nações muçulmanas e também alcançá-las com o Evangelho. Formar equipe de apoio para evangelizar as nações muçulmanas.
     O seu sucesso no aprendizado do inglês tem sido a porta para abençoar as nações muçulmanas através do ensino. Teve a oportunidade de estar com pessoas de muitas nações muçulmanas e poder compartilhar da Palavra para estes povos.


Chamado
     
Ao final de 1998 recebeu a direção do chamado de Deus para trabalhar com os muçulmanos. Em Agosto de 1999 a AD Cearense enviou à Austrália a Mis. Norma Martins para trabalhar na expansão do Reino de Deus e mudar a história dos povos.

Desafios
      Um dos maiores países do mundo em extensão territorial, a Austrália forma a massa continental da Oceania. Com uma população de 18,9 milhões, a Austrália é nominalmente cristã com 74% de protestantes, mas conta com um número de 0,9% de muçulmanos, 0,8% de budistas, 0,4% Judaísmo e 0,3% hinduístas, mas, além disso, é receptor de diversos povos imigrantes que podem ser alcançados de forma estratégica para que alcancem o seu povo de origem.

Ministérios

Objetivo

Seu objetivo ali é conseguir uma ponte para entrar nos países muçulmanos com uma equipe de intercessão visando alcançar toda a Janela 10/40; esta (ponte) também parece estar sendo providenciada, visto que seu trabalho está sendo realizado junto a Igreja Árabe com pessoas de várias nacionalidades. Inclusive, desde 2000 a mis. Norma está com uma classe de inglês com alunos imigrantes do Afeganistão e Irã.

Projeto

“Take My Healing to the Muslim World” Leve cura par ao mundo muscleman.

Este é um projeto que nasceu no coração da Norma em 2000 quando Deus lhe deu uma visão da Janela 10/40 rachada, a nuvem em cima da janela, e um intercessor de joelhos na Arábia Saudita e chuva de pequenas bolas de fogos caindo sobre as nações. A partir de então, Norma começou com este projeto ministério de intercessão, cujo objetivo é levantar intercessores pelo mundo muçulmano, além do que levá-los a estar nessas nações para intercessão em um curto período de tempo. Não obstante aos desafios que este projeto enfrenta, a convicção da Norma estar em tão somente confiar do Grande Deus que tudo pode, o qual deu a referida visão.

Ministério
     A Mis. Norma tem estado trabalhando durante estes quase quatro anos com evangelismo, discipulado, ensinando Inglês a alguns Imigrantes, com visita aos lares, estratégia esta que tem sido instrumento para testemunho do evangelho e, especialmente através do seu testemunho de vida cristã. Inclusive, estes que têm sido alcançados pelo evangelho podem e têm se tornado instrumento de evangelização ao retornarem aos seus países de origens.
      Louvemos a Deus pelo que ele tem feito na vida de Norma, e pelas vidas que têm sido alcançadas através da mesma. Oremos pela bênção de Deus sobre sua vida e ministério.
     A Convicção da Missionária Norma Martins está fundamentada no Poder da Cruz de Cristo!

Testemunhos
     Carta da Senhora Farideh endereçada a Assembléia de Deus no Ceará.
“Meu nome é Farideh, sou do Oriente Médio, e estou aqui na Austrália há 2 anos. Estou estudando na classe de inglês desde que cheguei. Conheci Norma e, no início, ela foi minha primeira professora, e me recepcionou com alegria, e tem demonstrado amor pela minha pessoa.
Ela tem me ajudado não só no inglês, mais também em conhecer mais de Deus. Ela tem sido muito útil no meu crescimento, e principalmente nas coisas do Reino. Obrigado por sua ajuda!”.
Esta senhora que era muçulmana aceitou a Jesus, e agora está na igreja iraniana onde a missionária Norma coopera.

 

7月10日

Namorar, ficar ou...?

                   Namorar, ficar e transar ?

 

 O homem um ser social  

O ser humano foi criado para viver em comunhão: primeiro, com o seu Criador (relação vertical); e, depois, com os seus semelhantes (relação horizontal). Na verdade, esse é o plano divino para nossas vidas. Foi o próprio Senhor Deus quem declarou: "Não é bom que o homem esteja só..."(Gn. 2: 18). Lemos, ainda, na Sua Palavra que "Melhor é serem dois do que um..." (Ec 4:9). Portanto, a solidão se opõe ao plano divino, e, por isso mesmo, resulta em várias feridas na alma, tais como: sentimento de desconforto, de inutilidade; auto-estima baixa; depressão; ausência de laços afetivos; prostração; e, até mesmo, saudade.

Para vencer a solidão, precisamos de amizade, simpatia, empatia, cooperação, namoro, casamento. Sentimos necessidade de amizade verdadeira, de alguém que chegue quando todos saem, isto é, alguém que permaneça ao nosso lado quando mais ninguém está. Mas, por outro lado, a solidão não pode levar a pessoa a aceitar qualquer tipo de relacionamento. Quantas vezes já se ouviu: "Ruim com ele (ela), pior sem ele (ela)..." ? Obviamente tal afirmativa não pode expressar uma verdade, não é mesmo?

   

 O que é ficar ?

Atualmente, a palavra "namoro" está fora de moda...para alguns. Agora, a maioria adolescentes e jovens "ficam". O que é há de diferente?

Já vimos que o namoro é um momento muito importante na vida da pessoa. ficar, segundo o que os jovens definem é “passar tempo com alguém, sem qualquer compromisso. Pode, ou não, incluir intimidades, tais como: beijos, abraços e mesmo, relações sexuais." Portanto, o ficar nada tem a ver com o namorar. Infelizmente, quando um jovem fala sobre "namoro", no sentido sério da palavra, torna-se, muitas vezes, alvo de piada e gozação, por parte dos colegas. Isso é um resultado (da distorção dos valores morais que vem sendo feita, principalmente pelos meios de comunicação). Nossos jovens sofrem a influência da mídia que apregoa a sensualidade e a liberação dos impulsos, sem censuras como forma de atuação prazerosa e mais autêntica, mais satisfatória. Tal comportamento leva à promiscuidade sexual, com suas tristes conseqüências.

Na década de 60 (no Brasil, a partir de 70/80), começou uma revolução sexual na Europa, enfatizando que homens e mulheres podiam desfrutar de direitos iguais, inclusive no "sexo livre". O que importava era a satisfação pessoal; a sensação do momento, sem a necessidade de qualquer ligação de sentimentos entre os parceiros. A queda, de lá para cá, foi vertiginosa e, assim, o namoro foi sendo deixado de lado e houve grande adesão ao ficar. Os jovens são pressionados a abandonar hábitos conservadores e a adotar as práticas pecaminosas ditadas pela cultura social.

Embora, aparentemente, haja muitas vantagens no “ficar", as desvantagens, especialmente para a mulher, são inúmeras também. Entre elas, podemos mencionar o fato de que ela vai ficar mal vista, mal falada, vai estar sujeita a uma gravidez indesejada, enfim muitas são as tristezas. É importante que você, mulher, se lembre de que não é um objeto descartável: usado agora, jogado fora depois. Infelizmente, os jovens evangélicos são alvo da mesma pressão e da mesma gozação. Por isso, apenas uma minoria discorda dos padrões e das práticas pecaminosas ditadas pela cultura secular. Os jovens -homens e mulheres -principalmente os que querem levar Deus a sério em suas vidas, precisam observar, cuidadosamente, o que Ele diz em Sua Palavra, antes de envolver-se com alguém. É óbvio que o "ficar" não deve ser uma prática para esses jovens.

   

 E o transar ?

Este é um tema que tem sido alvo de muitos debates e discussões. Parece que agora, é muito "careta" quem não transa, não é mesmo? Por isso, as pessoas que ainda querem ser sérias nos seus relacionamentos, acabam passando por situações bem desagradáveis. São objeto de gargalhadas de ironias, de dúvida por parte de colegas, de escola ou de trabalho - de pessoas mais velhas e - pasmem! - de ”irmãos e irmãs” da igreja. Além disso, as jovens ficam com medo de "perder" aquele rapaz "lindo e maravilhoso" e cedem à tentação, quando ele diz: "Querida, prove que me ama realmente e transe comigo... "Este é o golpe mais velho e mais baixo que existe! Ele, na verdade, não a ama, não está nem um pouco preocupado com ela nem com as conseqüências que ela - apenas ela - vai enfrentar! Ele só quer se divertir com o corpo dela! A única resposta para esse convite é a mesma de sempre: "Se você realmente me ama, poderá esperar pelo casamento.” Muitos jovens cristãos acabam cedendo às pressões da mídia , dos colegas, dos amigos e começam a achar que o que todo mundo faz é que está certo e que eles não podem se apresentar como seres alienígenas. Passam a viver "uma vida dupla: na igreja, são os 'certinhos'; fora dela, agem conforme seus desejos mandarem."

Mas a Palavra de Deus condena o "transar", pois afirma que a relação sexual é um privilégio do casamento. Na verdade, ela é a terceira etapa, e não a primeira.  "Em Gn. 2:24, lemos: 'Por isso deixa o homem pai e mãe, e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne.' Desde Adão e Eva, o próprio Deus ordenou que houvesse uma formalização do compromisso matrimonial, através do 'deixar pai e mãe', com a bênção destes que são autoridades, sobre nós, enquanto solteiros. Além destas autoridades, devemos obediência às leis do nosso país. Num segundo passo, o homem 'se une à sua mulher'. A referência é àquela mulher com quem vai se casar, e não a qualquer mulher que se olhar na rua. Assim, numa terceira etapa, os dois serão 'uma só carne'. Só após as duas primeiras terem sido cumpridas, é que vem a hora da relação sexual, e não antes. Esta idéia existe tanto no Velho como no Novo Testamento, pois este versículo é citado por Jesus (Mt. 19:5) e por Paulo (I Co. 6: 16)."

Deus não estimula, de jeito algum, a "transa". Muito pelo contrário. Várias passagens bíblicas, condenam o relacionamento sexual fora do casamento: At. 15:29; 21 :25; I Co. 6: 13-18; II Co. 12:21; I Ts. 4:3- 5. Entretanto, Hb. 13:4, Deus valoriza o casamento. Lemos ali: "Digno de honra entre todos, seja o matrimônio, bem como o leito sem mácula; porque Deus julgará os impuros e adúlteros". Deus também aprova a relação sexual dentro do casamento. "Para o povo judeu, a relação sem pecado, era aquela em que as pessoas entravam virgens para o casamento, como descrito em Dt. 22:13-21."

Querida jovem, sei que você precisa de muita força para enfrentar tudo o que o mundo está exigindo e oferecendo para você. Entretanto, procure se fortalecer com a Palavra de Deus, ocupar sua mente e seu tempo com coisas boas e aceitar o desafio de ir contra a maioria. Lembre-se de que quando sabemos que somos amados pelo que somos, e não pelo nosso físico, tornamo-nos mais saudáveis mentalmente e nos expressamos mais livremente, porque já não tememos a rejeição. já não precisamos nos preocupar em como vamos agradar o nosso companheiro. Lembre-se. também do que dizem as Escrituras em Eclesiastes 12:1 "Não deixe o entusiasmo da mocidade fazer com que você esqueça seu Criador. Honre a Deus enquanto você é jovem, antes que os dias maus cheguem, quando você não vai mais ter alegria de viver." 

 

 A oração ainda é essencial

Depois de considerar, racionalmente e não emocionalmente apenas, se a pessoa que você escolheu é alguém com quem você gostaria de passar toda a sua vida leve o assunto para Deus em oração. Há um hino que diz que não precisamos perder a paz quando levamos nossos problemas ao nosso amigo Jesus, pois Ele sempre nos atende em oração. Espere pelo Senhor (Salmo 27: 14). Ele sempre sabe o que é melhor para você. Nunca tome uma decisão nunca inicie um envolvimento sem ter certeza de que Deus está abençoando esse relacionamento, de que é aprovado por seus pais e de que você ama realmente aquela pessoa. Com certeza, você será bem sucedida na escolha que fizer.

 

 O fim do namoro é o casamento

A finalidade, o objetivo do namoro é o casamento; mas o casamento não é o fim do namoro. Na verdade, o namoro deve continuar pelo resto da vida a dois. O namoro continua sendo muito importante dentro do casamento. Quando o fim do namoro é o casamento, grandes são as chances desse casamento desmoronar.

É interessante que, durante o período de namoro, muitas são as juras de amor eterno, os presentes, os programas, as roupas bonitas, os penteados cheios de cuidados, os perfumes, as gentilezas etc. Entretanto, aqueles que consideram que o fim do namoro é o casamento, abandonam todas ou quase todas essas práticas e passam a agir de modo totalmente inverso! Essa é uma das razões pela qual os casamentos acabam durando muito pouco. É preciso continuar perdoando, amando, protegendo e valorizando o cônjuge. Muitos maridos passam a agir exatamente como agiriam após haverem "transado" com a namorada - isto é, passam a tratar a esposa com indiferença, sem qualquer interesse nela. Por outro lado, as mulheres também, muitas vezes, perdem todo o encanto, pois já não se arrumam como se arrumavam, já não usam aquele perfume que o namorado tanto apreciava (quando não ficam mal-cheirosas), esquecem-se de que o seu corpo é "o templo do Espírito Santo" e deixam de cuidar dele, tornam-se relaxadas com tudo. Tanto o marido como a mulher precisam estar atentos para que o namoro tenha sua continuação no casamento. Esposas continuam gostando de ganhar um presente, de receber flores, de sair para jantar, de ouvir elogios sobre sua aparência etc., exatamente como quando eram namoradas. Os esposos, por sua vez, continuam gostando de ver sua "namorada" com os cabelos penteados, limpas, cheirosas, de comer algo feito especialmente para ele, de ouvir palavras de amor. "Lembre-se de que a frase Eu amo você! , dita sincera e freqüentemente, afofa o terreno do relacionamento e pré-dispõe o aprofundamento de raízes.


"Não vos enganeis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará. Porque o que semeia na sua carne, da carne ceifará a corrupção; mas o que semeia no Espírito, do Espírito ceifará a vida eterna.
Galátas 6.7-8

Sylvia Oliveira Nocetti - Revista Simplesmente Você Julho/2001

A bíblia satânica: diário de um jovem atormentado pelos seus próprios pecados e desejos!

A Bíblia satânica

A Bíblia satânica, escrita por Anton Szandor LaVey, fundador da Igreja de satanás, é um livro de 272 páginas a favor do diabo. Publicada em 1969, tornou-se instantaneamente êxito de livraria, atingindo a marca de meio milhão de exemplares vendidos. Em alguns campus de faculdades, ela era mais vendida do que a Bíblia Cristã (para cada Bíblia Cristã, 10 exemplares da Bíblia satânica [está informação se encontra no vídeo Adoradores do Diabo]).

O livro inicia com uma explicação de LaVey do motivo por que ele veio a aceitar a filosofia hedonista. Aos 16 anos, LaVey tornou-se músico de uma boate, e nessa época diz ele que observava, nos sábados à noite, "homens olhando com luxúria as moças que dançavam na boate, e no dia seguinte, enquanto eu tocava órgão em uma igreja situada no mesmo quarteirão onde ficava a boate, via esses mesmos homens sentados nos bancos com suas esposas e filhos, pedindo a Deus que lhes perdoasse e os purificasse dos desejos carnais. Mas no sábado seguinte , lá estavam de volta à boate ou a outro lugar de vício. Concluí então que a igreja cristã prospera na hipocrisia e que a natureza do homem termina por domina-lo"( Anton Szandor LaVey, A Bíblia satânica, Avon Books, Nova York, N. Y., 1969).

Logo no começo do livro, as Nove Declarações satânicas esclarecem as doutrinas de LaVey. Cito-as a seguir para que o leitor possa ver com clareza quão hedionda é a base do satanismo moderno. Ter consciência disto ajudará a identificar tais idéias quando forem reveladas por alguém que esteja envolvido no satanismo. (...)

As 9 Declarações satânicas são:

1. satanás representa a licenciosidade , em vez da abstinência e auto-controle.
2. satanás representa a existência vital, em vez de sonhos espirituais ilusórios.
3. satanás representa a sabedoria incontaminada, em vez de auto-engano hipócrita.
4. satanás representa bondade aos que a merecem, em vez de amor desperdiçado com ingratos.
5. satanás representa a vingança, e não o oferecimento da outra face.
6. satanás representa responsabilidade para como os responsáveis, em vez de preocupação pelos vampiros psíquicos.
7. satanás vê o homem exatamente como um simples animal, às vezes melhor, todavia mais freqüentemente pior do que os que andam sobre quatro patas, e devido ao seu "desenvolvimento espiritual e intelectual divino", tem-se tornado o mais feroz de todos os animais.
8. satanás representa todos os assim chamados pecados, visto que todos eles conduzem à satisfação física, mental e emocional.
9. satanás tem sido o melhor amigo que a igreja já teve, visto que ele a tem mantido ativa durante todos esse anos.

(...) Mas a Bíblia satânica vai muito mais longe. Uma vez que a blasfêmia é parte integrante da adoração de satanás, LaVey inclui invectivas ultrajantes arremetidas contra Deus. "Enfio meu dedo indicador no sangue aguado do teu impotente e louco redentor, e escrevo sobre sua testa rasgada de espinhos: O VERDADEIRO príncipe do mal, o rei de todos os escravos".

Para o caos de isso não ser bastante ofensivo, ele acrescenta: "Olho firme no olho vidrado de seu medroso Jeová e puxo-o pela barba; ergo um largo machado e parto em duas sua caveira comida de vermes". (Anton Szandor LaVey, A Bíblia satânica, Avon Books, Nova York, N. Y., 1969, p. 30)

A mentira, a libertinagem e os pecados são perdoados ao longo da Bíblia satânica, e não apenas nas Nove Declarações. A ideologia de LaVey baseia-se na satisfação imediata."A vida é a grande libertinagem – a morte é a grande abstinência", proclama LaVey. "Não existe nenhum céu brilhante glória, e nenhum inferno onde os pecadores assam... nenhum redentor vive!".( Anton Szandor LaVey, A Bíblia Satânica, Avon Books, Nova York, N. Y., 1969, p. 33)

O sacrifício humano é desculpado com argumentos cuidadosamente elaborados. (...) (...) Para inflamar ainda mais seus leitores, LaVey acrescenta: "Os cães loucos são destruídos , e eles necessitam de ajuda muito mais do que os seres humanos que espumam pela boca durante o seu comportamento irracional... portanto , você tem todo o direito de (simbolicamente) destruí-los, e se a sua maldição provoca o aniquilamento real deles, regozije-se por ter sido usado com instrumento para livrar o mundo de uma peste".(Anton Szandor LaVey, A Bíblia Satânica, Avon Books, Nova York, N.Y., 1969, p. 33)

(...) A filosofia de LaVey conduz normalmente ao crime e à violência. Os satanistas estão determinados a desobedecer a todos os dez mandamentos da Bíblia e cometer os pecados que Deus abomina, tais como: orgulho, mentira, homicídio, ter um coração perverso, ser rápido em praticar o mal, dar falso testemunho e promover discórdia, etc. (ver Provérbios 6:16-19).

(...)Para LaVey, o verdadeiro inimigo do homem é o senitmento de culpa instilado pelo cristianismo, e o caminho para a liberdade do indivíduo é a prática constante do pecado. LaVey admite que não considera coisa alguma como sobrenatural, e que se inclina para a escola de magia de Aleister Crowley, que se baseia no enfoque científico do paranormal.

(...) Além dos livros de LaVey, os membros são incentivados a ler os escritos de Ayn Rand, Friedrich Nietzsche e Maquiavel, em virtude da ênfase que esses autores dão à conquista da auto-suficiência através do potencial humano. Executam-se três tipos de rituais: rituais sexuais para satisfazer o erotismo, rituais compassivos para ajudar alguém e rituais destrutivos para obter vingança. (Larry Kahner, Seitas que matam, Nova York, N. Y., 1988)



"Por isso, também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo o nome; Para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra, E toda a língua confesse que Jesus Cristo é o SENHOR, para glória de Deus Pai."
Filipenses 2.9-11

"E voltaram os setenta com alegria, dizendo: Senhor, pelo teu nome, até os demônios se nos sujeitam.
E disse-lhes: Eu via Satanás, como raio, cair do céu. Eis que vos dou poder para pisar serpentes e escorpiões, e toda a força do inimigo, e nada vos fará dano algum. Mas, não vos alegreis porque se vos sujeitem os espíritos; alegrai-vos antes por estarem os vossos nomes escritos nos céus. Naquela mesma hora se alegrou Jesus no Espírito Santo, e disse: Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, que escondeste estas coisas aos sábios e inteligentes, e as revelaste às criancinhas; assim é, ó Pai, porque assim te aprouve."
Lucas 10.17-21

"E o Deus de paz esmagará em breve Satanás debaixo dos vossos pés. A graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja convosco. Amém."
Romanos 16.20